sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Brasões que não correspondem e asas que não respondem....


um certo hotel em vi a ana no castelo plantado

um certo julgamento de alma - jovem - adiado

um certo lugar - trocado

de brasão e de honra
assim
desplumado

ficam as asas abertas

ficam os "besantes sem perdas"
ficam as linhas certas

mesmo com as asas
outrora abertas
hoje partidas
nas ruas de honras
e de aguas vivas desertas



Brasão dos melo


Haja besantes onde os houver
haja revoluções e compras
para quem se quiser vender

haja prédios a esvoaçar
e linhagens e lugares
em lugares de vendas a se transformar...

voam as pedras
voam as honras
voam besantes
e voam...
voam gaivotas...

não regresse amemória
do que era
e do que ficou
regresse apenas a razão
plena
de seestar assim
a ver passar
algo tão simples
de se mostrar


menos besantes - tres baixo asa

haja onde houver
besantes que "partam"

meida ou Portugal

Almeida e Vigo
alferes de maior devoção real...



de Almeida não é
do benfica tampouco
dos melos menos
de quem seráo triste "corvo"?



numa cidade que é monumento
num projecto de polis atento

o levanto de espólios
e de omes
e de sócios sem nome
daria logo a falta

das asas meu senhor
deram sasas... ás asas...

e voaram...
e esvoaçaram

qual andorinhas
que voltam
ou não...

de quem será o prédio
de quem a ocupação?...

de quem a responsabilidade
da catalogação?...

eram polis meu senhor
eram polis
por amor...






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