quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

ler até ao final pode doar a entender es tu o bem principal avida toda flue quando qual caudal assim tal bem (lle) quiseres







Pero dempois con outros
máis majos e galáns
(mais non que máis te queiran,
que haber, non haberá),
tamén, tamén, meniña,
soupeches praticar
á sombra dos salgueiros,
cabo do romeiral.
Por eso eu che cantaba
en triste soledá,
cando, ¡ai de min!, te vía
con eles parolar:
«Coida, miña meniña,
das práticas que dás,
que donde moitos cospen,
    lama fan».


Ora, de dor ferida,
buscando a honriña vas,
a honriña que perdeches,
mais ¿quen cha volverá?
Eu ben, miña meniña,
ben cha quixera dar,
que aquel que ben te quixo
doise de verte mal.
Mais anque dir, eu diga,
que limpa, nena, estás,
respóndenme sorrindo
por se de min bulrar:
«Ben sabes, Farruquiño,
Farruco do Pombal,
que donde moitos cospen,
    lama fan».





San Antonio bendito,
dádeme un home,
anque me mate,
anque me esfole.

Que, zambo ou trenco,
sempre é bo ter un home
para un remedio.

ROS
LIA e dizia AMOR EM VOZ PRENHE 
ASSIM PRENDA ERA O PRESENTE QUE ASSIM EM PRESENTES SER ESSE APRENDE
RARA ES MOR ORA AO ESMOR
ES CERA





Que aló saben ser altivas,
pero non saben ser vanas,
i é fácil
con doces tomas
olvidar tomas amargas.

Déchesmas vós,
mi señora,
con desprezo
envenenadas,
inda con fero máis fero
que pelica de laranxa;
mais teño por que me pase
aquel sarrapio
que escalda,
teño unha dama nos Portos,outra no Ribeiro de Avia;si a dos Portos é bonitaa do Ribeiro lle gana.


"AMOR NON E GANA"
É CAMINHO É FORÇA É VIDA



lágrima
estrela assim entre o sol 
vai sem frente qual a poente asim em peito ser candente de alvor ser igual assim quais as ruas por ti pratas iluminadas quais @'s la g rim as de horas e horas de passos e ecos de eras passadas que bem dissemos e mais bem déramos assim ainda por fazer eas tristes calçadas penhesde vid a bandonadasesperando o serrenascer
ainda que senodnesta terra po denetro a vida esperando sendoseguindoo su sentir ao lamento de fado de olhar igual espelhara assim um a lagoa uma ria uma agua mais clara mais viva mais bem sendo presente quando pro entre as pedras estrelas e sol nascente maisdo que lagrimas e rimas e palavras e poema s epoetisas e temas mais bem agradar em tia vida toda se encontra e assim l´d cima mais bem se vai entregar quando em peito asim bema  leves e saibas asimhonra
o teu nome a tua sina o teu brio e mais NINGUÉM POSSA TE 
HO
RA
D@'
R
a
d
a
qual
a terra verde que tão bem dizemos quais as ruas que percorreramos assim de um e de outro lado deste tema desta extrema ainda sabemos s abera sala asim esmorece e o sol quando brilha nas tuas nas minhas nas nossas l@'g rim as sim renascente crecera se a quando
a luz nos bem alumia e  assim sopre e "brva" e vive - a vivando

 uma chama que se foi esvaindo honrada afag@' a hora
 senhor@' apagando...


tal como uma ave se exprim@'
de cinza ao seu "cisal" ...
pó e sentença se dê a
existência desse a bem

 amar



assim qvam um peixe de prata volta de novo a voar sendo livre por uma escadaria fina sublime espuma d'@'mar es dia assim qual uma flor
 que em peito s' esg rima assim
q
v
a
l
@
'
a cam eli@'s
mais brancas e estimas
assim ainda por vencer
quando das trovas dos ventos que passam das avgoas que vam e venhem assim nos voemos em conjuntio também...




 assim por entr'a a terra caliza uma outra rubra to diga desde a terra que assim a bem-  pintara -  
quando todos os pintos e seus bravos clamores se ergam anunciando amais bela alvorada madruga asim em terra sedente assim anunciando uma madrugada assim qual BEL PRESENTE entrado pelo ser VIVENTE em luz de vida e m olhar vivo se manifestando...

os seus clamores - 'inda send@' -  sol i d@' rios de encantar contando as estorias as lendas por entr'as calendas que nos vam assim acalentando...



 ao solar centenario - a palácio real per for mando uma porta de aspecto doirado de cor a cor senda livre quando astros reises se vejam assim corados- sem ter de se depor nem de se "importar" quando livres sempre os da terra assim assentem a vida de novo - qual @' Primavera a voltar...
assim tão bem a contaram - apontando ao centro ao cor ao saber (d) t@'s de cor @'s
e requerer de ti tanto quantos 'inda assim "som
os"


tantos passos

 assim tenham ali e além mais a norte chegando e quando as vel@'s i rm@n@d's as de vento se exprimem a norte ainda rimem quando as vozes s encontram se conhecem - assim se a  mando...








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