quinta-feira, 25 de junho de 2015

APENAS - SO MENTEM - EM LIBERDADE - lendo VERDADE - apenas - as penas e as plumas - que sentem e somam e seguem assim lêem bem em veracidade

POEMAS D@ VIDA...

Devidos assim – entre linhas estrelas – entre gentes que eram – quais as paisagens e  as pastagens – tão belas – assim extensas pradarias sem fim – onde a imaginações pairava – agora sendo quais paredes – levantadas – onde o coração diz tudo e mente veada – ainda espera – ancorada…
Lugares vastos imensos – entre pedras antigas e antigas fontes e covas de mistérios sem fim – onde mergulhava a imaginação – essa que hoje se recria – em pixéis e quadros enquadrados –e entre janelas aberta s- sem fim – para os paraísos mais obtusos e mais velados…
Reinos para milhares ou centenas de gentes bem grandes sendo apenas- pequenas- crianças que brincavam – nas ruas – sem medo –e quem mais queriam e quem assim esperavam – assim lhes deixava – entre o saber e o segredo – das onduladas pastagens e pradarias de sonhos sem fim – esses mundos imensos – assim recriados – sendo livres – hoje em ti – ainda em mim…
Extensas – profundas – altas venturas- aventuras onduladas – entre placas de contraplacado e cartões em corações- quais espadas assim levantadas pela imaginação lidas e tidas como verdadeiras e válida s- quais máquinas aceleradas – do Estoril flores mil –esvoaçando nas suas labaredas imaginadas…

Eram corredores d@ vida sentida –entre sentires e saberes – antes de haverem casas “de abrigo” para cada ser- de infância – amiga amigo – assim como agora nos querem… 





um cavaleiro - d@ antes
entre moinhos d@ manhã

entre esses seres que pensam
 - que d'antes - 
não havia
...alvorada sã...

entre os escudos e escudetes de seres
 a meias e as ameias mais antigas
e

mais doces
ideias

ideais
 de 
quem assim

 em 
...escrita - escrevia -

deixando assim bem dizer
assim deixando herança bem dita´sendo património mundial´de nação que no mundo inda agita
varinhas para os ventos
mensagens entre os elementos 
lanças aos gigantes apontadas

entre 
as 
manhas

mais frias 
e
mais claras

gravadas



LER À PRIMEIRA E ENTENDER 
VINDO DE DENTRO - MARADENTRO - A MARÉS 
ASSIM TAL QUAL SENTES 
ASSIM TAL 
QUAL 
ÉS






Pequenos infantes internados – desde a mais tenra infância  - quais idosos encerrados – lacrados desde os meses de idade num sistema que lhes paga  a vontade…
 – entre esses dias – os que eram e os que já são - dias que são por detrás de janelas e papelões para crianças veras tornadas feras d aprender e competir sabendo desde sempre e mais saber dizer sim – e saber negar de mão…
Mãos que acolhiam ao se estrearem – os dias que se recebiam e acolhiam – seres pares – mães assim acolhendo – pais assim logo, logo sabendo – sem telefonia nem visão a distancia – por quem amava e aguardava -   a mais plena vida e maior virtude –  A da infância…
Tempos para se estar – perto de quem cuidava- de passear por aqui ou além e de regressar com quem assim – e também – nos havia concretizado – em gesto de compromisso…
 – amigo ou amiga – estando ao fim do dia – lado alado… hoje ambiente estranho… jardins de criança s- com tempos contados- pelos roteiros sem fim de quem s sim os tem de ir buscar ou os tenha assim procurado…
- quais os grandes – estes outrora livres – que passam mãos dedos indicadores- num ecrã que subscreve – e a segundo soma e segue – o tempo que asi se exprime – vazio e contado- assim transformando quem é cuidado – em espaços de saber e lazer confinados



ler 
DÉCIMO

assim sendo 
@
 - primeir@ -

 uma
história
para 
levar e elevar
e encantar 
e entoar

um
(novo)
mundo
(novo) 
- d@ gente 

viv@ 
e
verdadeir@


ver 
os
pontinhos
colorid@s 
sorrir
mesageir@s 
d@ luz de vida de paz d@'sprança

 histórias contadas

por quem 
vida 
esprança
(a bem trazia) 
e
@
bem 
levava




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