sexta-feira, 24 de abril de 2015

TORNEIOS DE VIDA E DE AMOR - MAIS FORTE E MELHOR VIVOS DO QUE PRESOS - MELHOR PRESOS DO QUE TRESPASSADOS - ALGO QUE TRAZEMOS VIVOS ENQUANTO VIVOS ESTAMOS


Assim apertados
assim paartados
assim modelados
qual bonecos
bizarros
tidos
e tomados
assim sendo amansados
pelo mundo inteiro
pelo tempo que sendo´cinza´parece verdadeiro

assim sendo levados

assim um dia reerguidos
doces torres assim ninalizando
o dia e a noite
em seuproprio brilho
assim nos maando´tanto
tantos
assim dizendo entoando

sem maior senhor
de cinzenta envergadi«ura
que usandoa força mais vil e subtil e mais bruta
se move com laminas de verdugo
e armadura que domina tudo

assimq uer fazer
a sua vontade
vergar ou romper
a anima e o brio
o espíritohumanos
asm sendo
livres nascendo
se fazendo seus escravos

um dia alguém sorriué vu
e disse sorrindo
qua triste sorte
do cuco
era estar apelando
a que o uçam e lhe digam´tanto´quanto
tantos quantos
amam
o seu ser amado
e quantos assim
o têm
e o adoram
em caixinhas douradas
ou prateadas
por serem as horas
senhoras
das vidas
e da imensidão
sendo as mais vastas
quando se vende 
o todo
pela 
"parcela"
quando 
se 
empenha
assim
todo 
SER
penhora

ser
vida
por 
parte d'ela

(POR UMA TRISTE E CINZENTA HORA
REPETIDA POR SEMPRE
POR SEMPRE ETERNAMENTE 
IGUAL
É
 QUAL LUGAR 
SEM PORTA OU JANELA
SALA DE 1 A 0 REPETIDA
SALA SEM ENTRADA NEM SAÍDA)


quando se pensa que acelerar
para não ver
não sentir
nada saber
saber
de 
si
é
"tal" 
actual

"solução"

PONTUAL


por ti e por mim
"NÃO, NAO NÃO"

solução

(COR CORA ACÇÃO
COR AGEM
ALGO QUE NEM MAQUINA NEM IMAGEM NEM GRAVAÇÃO
SUSTENTAM OU TENTAM ASSIM REPETIR
NÃO EXISTE
PAIRA NO VENTOS
NOS FUNDAMENTOS 
EM
 MIM 
EM 
TI
POR TI E POR MIM
SIM, SIM SIM)

MAIS ALÉM
SENDO SEMPRE AQUÉM

(SEM MAIS
SEM MENOS

NADA MISTURANDO
- NEM SE SOMANDO 
NEM SE MULTIPLICANDO 
NEM DIVIDINDO 
NEM SUBTRAINDO

NADA
DAQUILO QUE SOMOS
(ASSIM SE PODE EXPLICAR)
NADA
QUE POR DENTRO SABEMOS
(ASSIM SE PODE LEMBRAR)
NADA
QUE SENDO TUDO
(ASSIM SE PODE FRAGMENTAR)

NADA ASSIM 
(TEMEMOS)

POIS @ SENDO
NADA SABEMOS

de 
"mundivisão" e mundial 
chancela
aparente
de CAPITAL 
importancia
de valor capital
em vida e n«bonança
da barca que ora navega
ora triste inda chega
na sua hora
esperada
à praia 
primeira
daq ual
por sempre
assim
foi
ao mar de amar
bem lançada

(entrelaçados caminhos
entrelaçados os fins
entrelaçados fados
destinos
em ti
em mim)

quem engendrou
tamanha quimera
quem 
inda nem despertou
para uma 
ou 
outra parte
dessa mesma
(ilusão)
qual
de
fictícia
novela

um@ 
é
assim sendo
gerando

@ outr@ também
outr@ 
tant@...´
tant@s...


"No desenvolvimento de seu argumento da plausibilidade da seleção natural como uma explicação para as adaptações mostradas por organismos, Dawkins descreve suas experiências com um programa de computador que modela a seleção (seleção artificial). O programa também foi denominado "O Relojoeiro Cego". Este programa foi vendido separadamente como um auxiliar didático para computadores pessoais Macintosh e IBM-PC compatíveis. Em um apêndice de uma edição mais recente, Dawkins explica como suas experiências com modelos de computação o conduziram a uma maior apreciação do papel das condições de contornoda embriologia na seleção natural. Em particular, ele reconheceu que certas características do desenvolvimento embriológico podem levar ao sucesso de um determinado grupo de espécies no preenchimento de nichos ecológicos variados; entretanto, ele continuou a manter que isto não deve ser confundido com as ideias associadas a seleção de grupos. Ele chamou esta ideia de a evolução da evolucionariedade."




assim inflamando
chama
além chamamento
sendo afim
ao 
seu puro e digno 
elemento
mostra a beleza e maravilha
da vida 
inteira
desta
tal ilha
@ primeir@
&
@ derradeir@

indo pelo interior procurando
tant@...
tant@s..
desaparecidos

reencontrando
de 
novo vivos

o fio 
a linha
dos 
inda sendo

vivos
assim encontrados

fieis assim chamados

sem credo e sem fado

assim renomeados

sendo 
a beleza e eloquência
da própria vida
a mais vera ciência
@ss@
de 
si 
mesma investida
quando assim

VIVIDA
PARTILHADA

reunida
além
do estar
sendo
assim reunificada
além de es
par
ti
lhada


unindo e reunindo
os 
do
"fogo"
com os dos seus

"os d'agua"


sendo assim transfigurados
os 
poderes e as forças

(TEMPERANÇA ASSIM DITA
TEMPERANÇA ASSIM RESCRITA
EM 
FORMA HUMANA ALCANÇADA)

sendo tudo - dizendo nada

falou a terra por um
chorou o céu pelo outro

por este 
clamam as águas inteiras
e o 
firmamento
volta a ser "d'oiro"


nivelados
assim 
"reaprendendo"
centro
do 
seu 
semelhante
destino

primeiro
 do 
seu 
primeiro
 fundamento
(inda por ora esquecid@)





quinta-feira, 23 de abril de 2015

DIZER SEM SABER - CONVENCER - SEM QUERER










A ave - uma sendo alva;
Outra bem dourada
Outra negra e alva;
Trazendo luz d'alvorada

“navega em peito”
E que por fora
Dias novos alcança…

Ave de vida
e senhora

A pequena
Palradora
Nestas terras…
nos acompanha





Assim dita
 E escrita
“cantora”
Quando
por vezes
nos ensina
a sua dança
assim avança
de novo
alem do ovo
o ser humano pleno e criança
esse que sendo qual essência
assim... bem.... fundamental
assim engloba “mundo inteiro”






(em si chora
quando sendo – derradeiro
Qual madeiro
Qual tortura
assim escura

qual terra
verde
sem lei
qual terra seca
sem grei
qual terra de barro
sem vida
sem água
sem ser servida
pela chama
mais pura
que tempo de qualidade
além idade
assim outorga

qual rio fluente
que trova
por onde passa
assim reflecte e omitindo
tudo canta
tudo trespassa
ser claro de suavidade
e luz
sabe a idade
sabe a verdade
sabe
sem nada dizer
espelhando
tudo ou todos
...tantos...
...tanto...
assim se esvai
até
"morrer"
feito lágrima
sal de amar

assim 
era 
essa terra
"minha e tua"
mais não fera
assim sendo 
de vida
senhora
sendo verde
"vera"
sendo qual primavera
na nossa
nem tua 
nem minha
nessa eterna
verdadeira
(mente)
nossa
HORA

ULTIMA ou DERRADEIRA
sendo sempre a que mais se queira
a que mais "queda" está
que se 
chora
momento...partida
lágrima requerida´translucida esperança
chama de vida
em ser e rosto
de 
"novo" em ser criança



de 
quem 
vê e vá 
assim "embora"
a
"deus"
se 
diz

por

como 
quando
 volta
 chora e condiz

quam nada disse e chorou
(assim "ser nada " fiz")

na encherga
fria
estava e nada 
dizia
é nada 
sabia
tudo assim ouvia

até
empalidecer

o sol de prata
feito criança
fulgor de vida de novo anos reviver


como a vida e o barro
vermelho
(Palestina e Adão - assim são)
´ora se erguendo
como criança
entre o velho
assim de novo
renascendo em voz d'esprança
sábio tolo
que esta mulher assim canta e encanta
velho louco que assim avida toda embarca e em si abarca

(como um "vaso d'eva de hermania" 
- Esse que dizia sem nada saber 
que ganhando prémios 
escondia 
o seu bem 
querer)


balbuciando
tudo e todos
tanto ou quanto

(bébé assim bebendo
da anima toda
se desprendendo
em novo fôlego
- naufrago à superfície - 
qual peixe que "renascendo"
soubesse voar e ser 
de ar
de novo
"sedento")

assim leite renovado - como outro antes nomeado
que se tendo
esvaziado
de novo bebia do peito da vida e era assim
de vida renovado)

assim nos relembra
por 
onde 
"andou"

assim em si leva
por 
onde
quando 
"ficou"

VEREDAS
VERDES

pradarias
passagens
jardins

de 
Primaveras
de 
histórias
veras
(em ti e em mim)

de 
além cor
agem

(que aparece sem se bem querer - esmorece quando assim tem de ser
se fosse querendo - a cor - agem´seria
da mais escura vontade e da esperança -a mais fria))

assim sabem
as 
andorinhas 
as
"tais"
as 
"planícies"
que 
o sendo 
sol lá do alto
assim secando

(sejam quais as de betão armado
assim feito qual forno humano)

aparentes

secas

sem mais sobressalto
quando as lágrimas descendem
como em nós assim se compadecem
em compaixão assim se desvanecem e nova vida assim outorgam
assim rios e brios somam
e novos caminhos  e destinos outorgam
sendo quais ovos cristalinos
renascendo
da fonte da vida e da verdade
espehando
um novo mundo
silente
por vezes ausente
e tantas vezes
@parente
distante
(kairos assim proclamados
quais pirâmides erguidas
montes altos em todos lados
nas planícies
as mais frias
"vales" 
assim nomeando
é 
entre os rios assim espelhados
lagos e fontes
vivos
pela vida escavados
assim erigidos e altos
humildes
até serem coroados

das mais altas flores 
DA 
ERA
A
PRIMEIRA 
da 
DAMA
de 
vida a verdadeira
que 
AMA

de 
esperança (luz e paz) 
e de paz (assim ser capaz)

trazendo em si 
destinos de todos
seres
VIVOS

SER vida
 em si 
"compraz"

alto espiralam
pela mais calma alvorada
se 
"quedan ledas"

suas lágrimas
suor da terra 
assim trespassado
 em vida e em obra 
céu verde orvalhado

seu - a meu - a teu 
Alado
Universo
inteiro

sendo 
assim
SEM
SER
ES
PE
LHADO
"espelhado" 


alto se erguem
em lágrimas de ceú 
@cedem
a sua vida e sua verdade
e a sua semente em longevidade

se 
engalanam
de 
verde e primor

se 
transformam em verde 
de 
vida
 a 
valor

maior sempre 
há de ser e a vida toda 
assim 
cont@r

sem nada esconder ou conter
em 
vida através 
da 
vida

assim 
em 
verdade a se esp@lh@r

sem se perder
sabendo sem saber
onde é seu estranho mar
de onde vem o seu breve lugar
lagoa espelhada...da alma... @ mais consagrada

que se recorda desperta e evoca - quando desperta e acorda
assim sendo
trancendendo
amais suave ou
 doce porta
ALVORADA
de 
AURORA FRIA



pan tha rei

segue o trilho do sol
entra na floresta da lua
segue a cidade silente
com porto de rio alto
que desce
desde o mais alto
macho e pico
sem 
sobressalto

entre na espiral
a mais pura

entre as "regaleiras" e as "bebedeiras"
lembra oh ser
iniciante
sempre
vacilante
sendo 
aprendiz
amante
sendo sem nada ser
sabendo
quando sabe
depois esquecendo o puro o ser




só a noite
acolhe
as palavras de verdade
que dizemos sem idade
desde sempre as saber contar
letrinhas
separadas
estrelinhas juntas
fadas
de
estranhos nomes a se saber rimar
entre as estrelas das luzes mais belas e as noites mais veladas
existem véus que reúnem homens e as suas mais belas amadas


(BOREAL OU AUSTRAL
QUAL QUER 
UMA 
SER REAL)

aquela 
que 
de 
verdade 
mentia

(DIZENDO-SE 
LUZ
EM DIA SE FAZIA
SENDO LUZ
NA NOITE MAIS CLARA
O DIA E A NOITE ASSIM EM VERDADE
ILUMINAVA)

ser  
Humano 
estando, sendo... vivendo 

(- pensando - amando - e ainda duvidando - tudo em si concentrando tudo e mais dispersando 
- assim dispensando a vida plena e aurora mais cheia e ao hora que era do dia - a primeira)

- ainda por aqui trova - 
ainda por aqui se esvai
ind@ por aqui 
entre veredas
estivais

chora
"añora"
saudosa
senhora
seu
tempo
seu
fundamento

 essência
à
espera
sem des es per ar
sopro mais consagrado
umas vezes entregue autarcas vezes doado
assim navega´num tempo sem fim esse que nos congrega
por sempre
a ti
a mim
 sabe bem
de onde vem
e para onde vai...






Qual cimento armado
Qual elemento prezado
Qual bem materializado

quando vendido ou bem comprado

Ou assim a bem tido e a mal bem levado

quando entrega – é livre e cega a sua obra
livre seu ser assim por sempre, 
assim sendo livre
sabe e consente
a entrega... a obra... a penhora... em ti:




senhor



em ti:





senhora:




da tua vontade e "carragem"

em tua e minha ignorância
além tempo e digna aragem

que trespassa constantemente
A vida anima o cor-ação da gente

E nada cobra de si tudo traz – um pouco de mim – e algo mais e bom – de mais – além de ti... assim vais... e sobes quais (degraus) em espirais e danças com @ etern@ – sem mais...

PARA MAIS TARDE "DUVIDAR"

E assim entrelaçados – os nossos estranhos fados- as palavras dos fôlegos dados – por causa de amar – assim lembrados- inscritos em verbo sagrado – contidos até serem "despertos" e tidos - doados livres sem mais – sendo presos – com mordaça – quais pardais – que o tempo aqui assim envia e deixa – extravasa – o bem maior – tanta abundância – de vida – para uma mais e melhoror plenitude devida – e tanto que assim vê atingir –a natura feita anima pura – sem animo para seguir…


Esses saberes – tão ocultos – esses corvos de saberes muitos – que de negro corroem e se mostram – em postos e apostas – assim entrelaçados – serão um dia – feitos de novo – seres livres e libertos – de si mesmos – de seus estranhos fados e dos livres consensos que inda nos trazem ou fazer levar por dentro – essas candeias – essas cadeias cheias de estranhos fogos fátuos – que iluminando seres “cinzentos” são como os seus cinzentos “fa c tos”

terça-feira, 21 de abril de 2015

"A"





AL PARTIR 
UN BESO Y UNA FLOR 
UN TE QUEIRO 
UNA CARICIA 
Y UN 
A




dejare mi tierra por ti dejare mis campos y me ire
lejos de aqui

cruzare llorando el jardin y con tus recuerdos partire
lejos de aqui 

de dia vivire pensando en tu sonrisa 
de noche las estrellas me acompañaran

seras como una luz que alumbra en mi destino 
me voy pero te juro que mañana volvere 

al partir un beso y una flor un te quiero una caricia y un adios 
es ligero equipaje para tan largo viaje 

las penas pesan en el corazon 

mas alla del mar abra un lugar donde el sol 
cada mañana brille mas 

forjarán mi destino las piedras del camino 
lo que nos es querido siempre queda atras 

buscare un lugar para ti
donde el cielo se une con el mar 

lejos de aqui
con mis manos y con tu amor 
procu ra re encontrar otra ilusion 
lejos de aqui

de dia vivire pensando en tu sonrisa 
de noche las estrellas me acompañaran
seras como una luz que alumbra en mi camino
me voy pero te juro que mañana volvere 

al partir un beso y una flor
un e te quiero una caricia y un adios 
es ligero equipaje para tan largo viaje 
las penas pesan en el corazon 
mas alla del mar abra un lugar donde el sol 
cada mañana brille mas ~

forjara mi destino las piedras del camino 
lo que nos es querido siempre queda atras 

al partir un beso y una flor
un e te quiero una caricia y un adios 
es ligero equipaje para tan largo viaje 
las penas pesan en el corazon 
mas alla del mar abra un lugar donde el sol 
cada mañana brille mas 
forjara mi destino las piedras del camino 
lo que nos es querido siempre queda atras






Adeus pátria, adeus fado, adeus:

A

ser Humano prezado…



sumido e comp@rado 

tantas vezes | já | "embarcado"
caminho
caminhos
caminhamos
estranhos
em terras profanas
nos perdemos
"achamos"



onde solo não lhe consI)@grado
a caminho de actividades várias
nas que o seu ser nem é tido...

NEM VISTO
NEM ASSUMIDO´NEM TEMPO HÁ PARA SER ACHADO
NEM SER 
NEM ASSIM VIR A CHEGAR A
ONDE SE POSSAÉM SI
EM TI
E MIM´CONCRETIZAR

APENAS ANDAR E ACELERAR
EM VOLTA DAS LAMINAS 
MAIS TRISTES 
E COVARDES
DE tal VERDUGO
PENDURADAS

SOBRE CAPITAIS VALORES
ÉM TODAS A SPARTES
ASSIM MARCHAR (marcadas)
MARCHAR
CONTRA 
"MUROS E BETÕES"

ATÉ ESTOURAR
ATÉ DESAPARECER

A BEM OU MA
DÊPRESSA OU DÊVAGAR Á VIDA  E DEVOÇÃO 

QUE ESTÁVAMOS A A PRENDER
POR OPÇÃO
DE HUMANA
IDADE

AGORA POR OUTRA
DE FRIA
ADVERSA
IDADE


CHEGAR
CHEGAREMOS
A CONCLUI R EMOS
TOD@S
LEDOS

QUAL A VIA QUE MAIS NOS CONVÉM

A VIA QUE NEM DESVIA - NEM DER IVA NEM EM SI NADA DE FRIO
NEM AMIGO

AMIGA

EM SI NADA TEM

A OUTRA QUE NOS CHAMA E REC L AMA E CONGREGA E CLAMA

DESDE O PEITO
PRANTA
A PLANTA DE VIDA QUE ASSIM O SEU MAL DESATA

SEM SER SER DE CRIANÇA
ASSIM BEM DIZIA
QUE NO TEMPO DÁ ESP'RANÇA ASSIM DE BEM - SEM SABER BEM - QUE (SE) FAZIA

AGORA SE ESCREVE E DESCREVE E SE COLOCA NA PRATELEIRA
A VIAGEM MAIS ANTIGA - CAMINHA TODA - PREMIDA TECLA FRIA - NA ALGIBEIRA...

PARA QUE SABER O CAMINHO DE ANTEMÃO
SEM MÃO PRA CAMINHAR @ N@@ H@

PARA A QUEM CHEGAR AO SER E AO LUGAR

SEM VIVO CORAÇÃO E PONTES VIVAS A SE ENTREGAR
PARA QUEM TANTA ACCEL R @ÇAO

TANTA SéRIE DE ACÇÃO SEM ACTIVIDADE PARA SE ENTREGAR 

- AO FINAL SE DOA - R - quem marca em si tiver a entregar...

SE FICA CADA VEZ MAIS PARADA

"A BARCA"                                         TRAZEMOS VARADA - ENQUANTO A OUTRA
"A DE FORA"
"APARECE" 


DESAPARECE A VELOCIDADE (DES) (COM) SIDERADA













– (“nunca mais” – achado – sendo assim – “secundário” ao solo do “patrício” - pedregulho vivo – sendo assim alguém –menos do que quem se possa bem notar –q eu entre aterra onde se nasce e quem nasce existe vínculo afim e similar entre o ventre de quem pare e ampare –a luz a se fazer assim – apartar – e o ser de luz que parte para assim mais não voltar – de um e de outros - TOD@S entedemos (UM) pouco –

Assim consider@do – “nunca mais” sendo – reavido – o destino -  o brio – o vivido – “testimónio” assim ao lado ” dito” – escrito – cantado – como assumido assim tido até se ter esquecido e se ter dançado outro estranho e ignorado fado…

Fadas agora de “estrano nome” invadem a vida  se bem viver – e quem assim consome – não é o “scosomé” – são micro ondas – tontas – para quem assim saber abrir a embalagem do tal “puré” – ficamos sem vidas- sem homens sem mulheres: ficamos (almovreves –que vives –que descreves –q eu és assim por afinidade .e ti e me mim – e na excentricidade de viver assim  "falecer – fenecer" o amor – declarando morte ao Sol – linguagem do Norte por triste e viva sorte que assim se “entenda" quem assim se “compro (v)(m) et@ inda” -  sem lugares e milhares de lares e os que sumam e sumam e consumam – assim “xogam” cravando x” sem ser “feliz” o ser Humano nobre e puro – a se fazer notar – sendo fumado – qual PURO de quem pode e @ sabe bem @pagar)
 nos seguem, ficamos assim qual vento – sementes – ao vento pairando – um pouco – por aqui e além e aquém
– um pouco por todo o lado “és per tant@s”
– tanto… tantos… mundos novos ao “oceano arrancad@”…

...qual rugir de amor... 
– que nos fala(va) de dev@ção – lá preto ou longe – um segundo de eternidade… 

(passar fronteiras de amar e encontrar a semelhante IGUALDADE)
num momento todo o nosso “dito l’encanto” -  toda a história SILENTE – na sua alta solenidade evocando…
– em frente do olhar que se “corresponsa” – em verde e dourado – em negro e dourado – daqui a Viana – dali ao tal outro lado… assim “kido” – assim descosido – assim um bom para um tempo de mal abrigo…
 VERDADE – se o verde e água
monte e o ovale (@vale)
 e a “rocha” – se acenda – qual “tocha -  que assim @ sabe e @ canta

– nada dizem  - assim n@d@ condizem -  dizendo nada dizendo tanto – nem coração que preencha – viva espada sendo – soerguendo desde o mais profundo das águas.. essas vivas – que nunca @pagas – essas avivas e infamadas – essas que por vezes verdes por vezes encarnadas – nem mandas – nem comandas – nem poderás algúm dia saber – servir a gente inteira – seria uma aventura tão cheia como se servir @penas de “duas ou três”


Vê lá – que fazes – vê la que és… para tal ousada coragem de pesar na “milagem” o ser quem a ti também te há de chegar a (vi) ver… 











entre tanta nega e chumbo 2fundo2 tanto "pleonasmo2 soando a orgia de coisa fria
sem ti´nada faria
nem respirar
ia
nem assim
aquecer
ia
nem arrefecer
a mente
que mente
assim
seria
sendo
e assim partilhando
"chegarei"

chorando
pactuando
nada
de 
nada

mais nada

assim qual "cifra"
zero amado
serei

(seria fria - seria - séria - e fria... qual letra -que romaria assim contivera a aesparança de uma vida e não um sonho de criança feito pelos pais que chora um a "litania" tola procurando sua própria via - entre o esparso espaço que nos é dado - o universo forjado- recriado - a mal imagem - mal amado - assim sendo qual virtual
i
d@d@)

(AMA) (R) @ AL


Sin ti no soy nada, 
una gota de lluvia mojando mi cara 
mi mundo es pequeño y mi corazón pedacitos de hielo 
solía pensar que el amor no es real, 
una ilusión que siempre se acaba 
ahora sin ti no soy nada 

sin ti niña mala, 
sin ti niña triste 
que abraza su almohada 
tirada en la cama, 
mirando la tele y no viendo nada 
amar por amar y romper a llorar 
en lo más cierto y profundo del alma, 
sin ti no soy nada 

los días que pasan, 
las luces del alba, 
mi alma, mi cuerpo, mi voz, no sirven de nada 

porque yo sin ti no soy nada 
sin ti no soy nada 
sin ti no soy nada 
me siento tan rara, 
las noches de juerga se vuelven amargas 
me río sin ganas con una sonrisa pintada en la cara 
soy sólo un actor que olvidó su guión, 
al fin y al cabo son sólo palabras que no dicen nada 
los días que pasan, 
las luces del alba, 
mi alma, mi cuerpo, mi voz, no sirven de nada 
qué no daría yo por tener tu mirada, 
por ser como siempre los dos 
mientras todo cambia 
porque yo sin ti no soy nada 
sin ti no soy nada 
sin ti no soy nada

los días que pasan, 
las luces del alba, 
mi alma, mi cuerpo, mi voz, no sirven de nada 
qué no daría yo por tener tu mirada, 
por ser como siempre los dos 
mientras todo cambia 
porque yo sin ti no soy nada 
sin ti no soy nada 
sin ti no soy nada