quarta-feira, 25 de junho de 2014

As Enfermagens e os locais assinalados





Para finalizar um eufemismo – nos tempos conturbados, nos que as correntes e linhas apontam para muitos lados – no meio do escuro – passava uma lamparina – nosso símbolo – nossa guia…
Uma flor – Florence – entre as guerras de Crimeia… anunciava o dia quando nada mais se via no meio da noite escura de um processo de morte anunciado…

 – de um sistema que funcionava até sido – lenta e pausadamente - desmantelado…

Passava a sua esperança por onde não havia mais caminho a não a confusão, o medo ou o que mais não se creia – que possa voltar a ser o que era – de uma forma diferente – para quem tenha ideia – de como gerar novas formas de adaptar o que era de qualidade e pode assim perseverar…

(a humanidade chegou até – pelos valores que Norteiam – uma mesma tecnologia – ilumina uma cidade ou varre uma cidade inteira – o valor da opção – de dizer sim – ao que é sim – e dizer não ao que é não marca a diferença – centrais nucleares há muitas – três impactos de não são os que lembramos…)

Seja ou não um aforismo… Nightingale… “algo” que traz um canto de esperança entre a noite – entre a confusão que por entre as nossas próprias linhas avança – pode ser necessária neste momento – no que o ser humano adulto – aponta os seus olhos...

A esperança… e esta – por muito que se diga – não vem da banca – por muito que nos seja lavada a cabeça fria – faz tantos anos que já cansa…

Uma palavra de sustento, uma possibilidade de complemento, uma linha alternativa e um fundamento- o mesmo que nos fundamenta e alicerça – apara seguir em frente – não importa o vento, nem a névoa que vela a estrada – o caminho é cuidar, estar perto…

para quem ama promover saúde na comunidade – é estar perto, desenvolver o método e seguir a dará tenção a crianças, a jovens, adultos e anciãos -  com uma metodologia

 (universal – com base na bio-mecânica de forma simples – e desenvolvida assim – passo a a passo integrada na vida do dia a dia)

Em vez de espartilhar – reunir, em vez de enviar para outros lugares- convergir, em vez de especializar e exportar – trazer para perto e simplificar – em vez de vagar lugares – preencher com actividades pares – seja educar- seja educação parecida de forma diferente e mantendo a actividade nossa – para que se possa continuar “ali”…

Se se desfazem as ligações –entre quem assim colabora – que se promovam linhas novas para gerar de novo as colaborações que se precisam…



Antes era proibida a publicidade de delegados de informação médica dentro das unidades de cuidados – os delegados entraram e a publicidade ficou em todos os lados – assim se começou a vender o que não se pode sequer comprar…

Nesses lugares velados – na comunidade ocultos – entre os locais tapados – os delegados – nem sabem – nem vêm – e faz-se promoção de saúde sem olhara a quem;

As metodologias simplificadas – servem pequenos grupos – conforme o espaço a ocupar e conforma as pessoas que – em verdade – estão dispostas  a colaborar;

Multiplicar – dentro dos trinta e sete mil – alguns que queiram ir – ajudar a surgir – pequenos focos locais onde a saúde seja o que comanda e os meios simples as forma várias de a fazer valer . poderá ser essa a forma nova de dar um espaço de vida entre tanta vida a se esvaecer…


Que permita a visão de se desenvolver – com qualidade – durante toda uma vida – com o mínimo de elementos externos a não ser quem dela usufrua e quem dela faça caminho de vida… os utentes ou – as pessoas de  quem se cuida…




Se ouvir alguma proposta oriunda de alguma escola, com o intuito de desenvolver a base e pilar da saúde – esse que se está a esvaziar para que o consumos de doença se faça normal… então lembre que a esperança da lamparina radica em tantas e tantas sementes – pequeninas – que se possam espalhar e plantar nesses meios esquecidos, longe – perdidos – que se estão a desertificar e que – ainda se podem ajudara cuidar…

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Para a força adolescente - como perseverar num sonho ou focalizar além da mente





Existe um celeuma – desenvolver uma cadência e fazer essa cadência prevalecer…

Existe uma latência – no teu coração, na tua respiração, no teu passo humano – que marca a pauta do que vai acontecer…
Mais além do que a ciência determine, mais além do que a tecnologia sublinhe, mais além do que se possa ver, temer, duvidar ou conhecer – falamos de “um mergulho no mar” – o teu “amar… ir além das ondas e voar… com pairar além do tempo e do espaço e não se precatar – estando presente e consciente – não notara diferença ao vogar…
É como respirar e se confundir com o próprio ar – o teu o meu, o que está a sair e a entrar
É uma gora que se dilui e se faz água… e mar-… sem perder a essência –q eu desde sempre – a esteve a pautar – além da aparência – de gota, de arco iris – que a esteve a velar…

É assim parecido o mergulhar
Como deixar-se adormecer – devagar… como não temer o ir

E o regressar

E diluir o ser
No Ser
E depois voltar
E guardar o registo – impreciso – da marca ao reentrar

O que algo te diz ser um sonho que transmite uma realidade mais além da que possas imaginar
Tua mesma essência
Minha mesma essência
Que paira além do ar
Das pautas e das marcas que nos possam pautar…

Aqui poderemos optar – sob opção condicional – escolher dar um passo em frente outro atrás – é causalidade que pertence a quem assim te pede para fazer – atrás ou avançar… relação de poder – que não existe se mais não se é… se mais não vês… para onde ir que fazer – quando nasce o que te estou  a dizer – daquele lugar central

Do que nem tens de ir ou partir
E ao que estás sempre, sempre a regressar

Iluminar esta “via”… ou pequena verdade” implica uma certa passada de vida em direcção à “saudade”…
Que se reconhece no colo
Quando uma criança nos fala
Silente
Sem dizer nada
Quando um bebé nos inspira a recordar
A nossa essência
E quanto de nós se apagou ao recordar…
Essa pátria plena – é possível voltar a evocar
Com perseverança, e luz plena, e método e quem te acompanha ao caminhar




Enveredar pelos dias e pelos cantos de surdina que nos motivam a nos revoltar – seria alimentar essa força que se alimenta da nossa força para lá regressar – quando chegar o tempo, o momento e a companhia para caminhar…

De momento compreende – que existe uma sombra por uma luz e que – na noite mais escura – essa sombra se reduz…
Ai verás a tua verdadeira luz…

De momento espera… sente quem te acompanha – vê o sorriso de criança reflectido no olhar de quem te abraça… seja mãe, pai, seja mulher ou homem, amigo ou amiga… ou até desconhecido- que encontras sem saber – quem será o ser que se esconde detrás da face que estás em frente de tia  ver?

Considera a mente como um espelho, na que se reflecte luz apenas… e o teu conselho  - a tua forma de a fazer valer… como será o mundo vero – além do que se parece.. além do que não é tão como um esmero – do que por dentro de ti prevalece?...





Como será que recordas – o que não te enganas – se não sabes nem a porta nem o caminho que clamas?

Como será que reconheces o belo… sem sabê-lo

Como será que o bebé no teu colo
– consegue de seguido percebê-lo

O teu estado de animo
O teu amor ou nervosismo
Ou a força de dentro
De branco puro ou negro sinistro –
nela, nela a ecoar… sem mais…

Como será que me visto
De cores várias durante o dia
Amigo, amiga, aluno, praticante, filho, filha, membro de clube, “treinante” de coisas virtuais…e depois me dispo de tantos papeis e coisas tais e mergulho no sonho e me esqueço e não temo o regressar



Para onde vou nesse mergulhar
Que se passa ao me desligar
Que encontro de tão sublime
Que me apetece
Dia a dia
Noite a pós noite
Lá voltar?





São as perguntas simples
Que gostava de te deixar ficar
Para que – quando o tempo chegue
Seja a tua cor de branco ou de branco treme
Possas optar…
Sem te deixar levar
Por tanta publicidade 
e tanta coisa sem idade 
que paira por ai no ar





Tens as respostas
Que procuras encontrar
E no momento certo – poderás enfim optar
De momento
Condicionado
Escolhes esquerda
Ou direita
Como escravo
Pois não há mais direcções a encontrar
Um dia
Sentirás por dentro
O suave
E fino alento
D encontrar a dimensão
A profundidade de outra opção nesse momento
Seja o teu sim
Ou teu não
A verdadeira e pura OPÇÃO
E todas as outras
O caminho para lá chegar
O caminho para
Juntos
Aqui estar



Caminhemos ou não
Reconhecendo
Sem saber de antemão
Qual a face
Qual a mão
Qual a cadência
Que faz eco no coração
Veremos além de ver
Saberemos
Sem saber
Estaremos juntos sem mais nada ter
Ou querer
E assim
Poderes
De novo
SER

Um ser múltiplas faces
Todas elas
Perfeitos encaixes
Luzes que se reflectem num diamante que mais não cede
Reflexos vivos que permanecem
Notas garridas
Numa melodia
Que
Para sempre
Se faz sentida
E ilumina
Quem nela permanece

Viva

Vivo

Além do tempo sustida
Sustido

Ou isso ou permanecer
Neste plano
Se assim se quiser…
É possibilidade
A se entrever
Terá de ser escolha aberta
Esclarecida
Mais não deixada incerta
Sustida
Mais não manipulada ou viciada
Simplesmente vivida e assim explicada

Quem quiser abrir seu coração de par em par e sorrir
E deixar fluir o tempo de outra forma
E amar…
Estará nesse momento
A tempo
De assim começar
De momento
É tempo de parar
De andar devagar
Denotar
As entrelinhas
Que se estão a passar
E as mensagens cruzadas
Que se partilham
Se se saber bem
Quem
Porque
Quando

E que trazia na intenção ao se expor ou manifestar

Serão os tempos que assim retêm
Tantos que se podem assim libertar?
Será a missão de quem
Sabe e pode ajudar?
Será a vocação
De quem nota dons em si a despertar?
Será o tempo de reunir
Os que pensavam se estar a separar?...
Perguntas para ti
E para ti
Que neste momento
Nos estamos a irmanar…
Saúdo desde o  outro lado do espelho
Um dia
Sem querer ver


Seberemos…
Quem era quem
Nesta peça teatral
E quem lançou o grito vero

E quem se atreveu a responder sem duvidar…

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Olhar a Vida... uma forma de vitalizar





Como o ser Humano conhece 
 A SUA
Própria
Vida

E reconhece
ainda...

Aquilo
que levamos
tantos séculos
a estudar




Entre as horas
De um dia
Que corre
Sem parar…

Haverá
Tempo
Para ter tempo
Para dar à vida

Lugar?

Como o Ser Humano
Que não cabe
Numa definição
Formal…

Que é mudança
E movimento

Como a vida
Inteira...
que É

e na

Na que se integra

Afinal?…

Ou princípio
formal
geral...


Um sonho
para despertar
ou uma realidade concreta
para se encerrar...?





Desde o Filme Patch - Adam (s)

Até ao filme
"Gurreiro"
de paz

arte marcial
movimento

formas de vitalizar
na original

pequenos poesias
e sintonias

para desenvolver
mais - valias

num certo meio
regional

traduzir
não custa nada

ser Humano
é Ser
Universal









quinta-feira, 10 de abril de 2014

Poema Deserto - A Dúvida que se eleva em canto de certeza...


(no deserto, um poço amigo fala... uma água viva clama.. entre as areias dos dias - iguais - algo novo brilha - e nos faz ir alémdos nossos dias - sem mais....)


Um

Somos

Um permanecemos
Um
Não sabemos
Onde encontrar
O véu
O céu
Que aqui
Viemos
Evocar…

Relembramos
Fragmentos
Apagados
ideais

Valores escritos
Contados
Em tantos livros
Em todos lados

E mesmo assim
Velados

Pelos nossos
Capitais
Esquecidos

Pelos principais
Banidos




Pelas crianças
Lembrados

Em seus contos
Nunca acabados


Entrelaçados



Em capelas
Vivas

Que passeiam
Festivas

Assim evocados

Em lugares perdidos
Nos tempos esquecidos
Assim lembrados

Sem querer
Sem saber
Assim despertos

Para de novo

Renascer




Entre as linhas
De passos pautados
Perdidos
E deixados

Entre os passos
Assim perdidos
Achados

Entre os que se perdem
Encontrados
Os que assim se apercebem

De ir
E vir
Sem sair
Do seu próprio fado…

Até um dia
Convergir
Até um dia
Assim agir
E assim encontrar

Alguém
Aquém
Do que se possa evocar…



Um ser vivo
Realmente amigo
Que vem
desde dentro
Além do que digo

Muito mais do que penso

Além do que alento
Com o meu verso

Ou poema deserto



segunda-feira, 7 de abril de 2014

As crianças revelam a história toda sem sabê-la






Eis como a lógica
Se humilha

E a sua força e poder
Em joelhos aninha

Perante a criança interior

Algo que é em todos nós

Grande e maior

Eis a fina flor
de água e primor

eis a branca alvura
que tempo algum apura

eis a flor de Liz
que por dentro
por sempre
to diz...


O Homem do bombo e a mulher criança... como a água e o fogo se abraçam em nova esp'rança




Como estar prestes é igual a estar pronto…

Havia um homem – engravatado – que tocava o bombo em todo o lado
Seu estilo – temperado – fazia risos e sorrisos – por toda a gente onde este era passado…

Fazia o que dizia – cantava o que fazia – seja noite ou seja dia – e no Gelo, fazia mais valia – de fogo temperado…

Como os bombos das terras dos homens de sonhos – que – pudentes – saem ridentes para os lugares – onde as gentes – são convergentes entre cantos, dançares e outros joglares…
Assim – este ser afim – a ti e a mim- tocava – com sua banda de encantos mil… encantava
Por simplesmente sorri

E convidava

Quem assistia

Quem queria

Quem ouvia

Ou quem passava

A entrar

Na sua mesma passada

Temperada

Pelo gelo

De uma arca sagrada

Que levava

Por todo o lado

E sem mais nada

Fazia ecoar

E por dentro

Notar

O que por fora

Se perece esquecer 

devagar

Que a vida

Que nos domina

Que é a nossa sina

somos nós 
numa outra  
perspectiva

Bate assim
Levemente
Sem se ver
E o crente
Assim faz 
acontecer



Entre o resto da gente
Que papita
Silente

Esperando algo novo acontecer
De repente

Ficamos
Sorridentes

Com este nosso novo amigo
Sempre presente

Que causa ruido
E dá abrigo

Ao calor
Dentro do frio

E o faz
De novo




Em tempo de estio
Será, de novo
além da galinha ou do ovo
ou da lógica de ser Bobo


de repetir
sem ver
de novo

 Verão
a valer…


Seja este o testemunho
Vivo
De que se transforma
O restolho
de novo em trigo


E que
Tudo aquilo que te digo
Que a vida convida a dizer

Tem fundamento
Tem causa
E sustento

E poderá algum dia acontecer



Numa outra forma
De ser
E gerir o tempo

Podemos combater
E sempre
Sempre perder

Quem assim faz
Já se perdeu

Da sua outra forma
De poder reviver...

Audaz
Ou suspicaz..

Podemos esvair…
passar a vida a sorrir

E podemos transformar
E com essas chamas tolas

De vidas
Novas

Podemos celebrar

E fazer delas
Novas vidas

Todas tão cheias

Novas perspectivas
Todas elas vividas

Por força de uma nova era
Que espera
Um toque de bombo
Uma dança
Que gera
Sem mais tombo
Com apenas uma geleira
um ser de gravata
e um bombo
que mais não bata

Se atreva assim a ser
E a prevalecer
Simplemente

Sem se impor
Sem imperar
Surgindo por dentro
Devagar

Na tua
na minha forma de olhar

Esse mundo novo
que
pouco a pouco
nos estão a mostrar

O sábio
e o lucou
ocupando o mesmo lugar

interpretar o mundo
Em sonhos profundos

Que apropria vida

Em nós, através de nós
por nós

Se encarregou de guardar…



Como uma barragem
De vida

Solta pela primeira pedra
Despida

Que além do que o medo diga
E se atreva a despertar

A se transformar em luz viva
E a vida

Outrora limitada
Estancada
Esquecida

Definida
E assim 
gerida

Possa de novo fluir sem se importar

Que seja aquela
que por nósjorra, 
que nos toca
que em nós mora

e que se evoca

Em cada novo sonho
de louvor
a concretizar
palavras de amor
que já pairam no ar

E esse algo

Que desde sempre chora

Saudade de um povo que mora
mesmo à beira de um mar de sal..

Seja essa mesma água

Água em nós retida
Algures esquecida

Que etá confinada
ainda que seja livre
quando assim evocada

Possa
semmais nada

Ser livre e solta

Além da brida

Devolta

à nossa vida ansiada

Assim
Vivida

Em nós Transformada

Lágrima incontida
Por ti
E por mim derramada

Assim
sorriso
de novo

Água em fogo

Lágrima de amor
anunciada

Que preencha

Todos os que por ela
choraram 

Esse algo
que não mais termina ou acaba

um ciclo de vida
em si mesma incontida
feito
círculo da vida sagrada

que te inunde por dentro

Sem mais nada

que te vivifique querendo
além do que é querido 
nesta nossa estrada

Que seja de novo o sustento
E Reviva o nosso principal fundamento

Que é ser livres
e pairar no vento
e coma chuva e o vento 
fazer poemas que o tempo 
mais não apaga

Baixnado
pairando
descendo
pássaro de fogo
intrumento
do despertar mais 
diáfano
mais profano
mais simples
e sagrado
além das linhas que lhe digam
à vida
como ser vida
sem ter as linhas
que a tapem
sem as directrizes
que lhe marquem´por ondee scorrer
por onde ascender
por onde ser
Mar
por onde ser o rio a jorrar
além da barragem
do teu olharque possa jorrar
sendo a luz a iluminar
esta nossa vida
sem par...
esta força antiga
amiga
por dentro
esquecida
por fora assim refelectida
de novo a despertar
sem brida
pronta para ser vivida
ou assim reconhecida
como vida
amiga
que nos anima
a ser
a ir
e conceber
além do mais 
que pensamos ser

E descendo
pássaro de fogo vivo
pela tua força
feita doce orvalho de estio

Gotas de mar

em quem assim puder olhar

pássaro de fogo
que se eleva
entre o novo
e o que era...


Inundando
as raízes perdidas

Despertando
E as nossas forças antigas

Possas de novo
Os teus sonhos
Recordar
Possamos de novo
além do medo
Partilhar

Possamos de novo
nos ver e tocar
sem duvidar
que esse toque
por dentro
um nobvo bloque
de novo fundamento
seja como a brisa
ou o vento
que nos atrevemos a respirar
sem duvidar

que nos atrevemos a vestir
e sentir
sem nos despir
da luz que nos vem investir

da força em nós
latente
a palpitar

e mesmo assim
nos deixar tocar

e presentir

e imbuir

nesta
força

naquela forma
Neste ou naquele lugar especial

onde tu te atrevas
onde eu me atreva
a assim manifestar

seja esse o lugar
de concentrar

pássaros de fogo
entre a brisa apairar
gotas de mundo novo
cpomo sementes a germinar

águas vivas
que o tempo
vem anunciar

aquários
eras esquecidas

prometidas
a despertar...

naquele
neste
em qualquer lugar

Além do medo
da dúvida
da descrença
que a criança atenta
desperta
possa assim manifestar
o que a ciência certa
see squeceu de anunciar


Um despertar

Possam de novo

Um novo
Povo

A regressar
Consciente
silente
todo ele
toda ela
em veste nova a vibrar

Luz anterga
chama que o tempo
jamais apura

entre nós pura
de novo
a brilhar...

Regressar
Além desses pequenos estanques
Feitos para serem gigantes… 
Feitos fluídos e flutuantes
Quandoa primeira pedra
assim se iluminar




Que a praça
De areia baça
Se faça
Praça
De gente viva
Que convida
A ser parte
Deste sonho antigo
a se manifestar



Feitas pequenas praças
De areia
De brincar
Com toda a vida cheia

Luz de sol
Que entremeia
Luz de luz
Que se atreva
A ser de novo
O que é…

Se transformem
De novo
Além dos castelos
Além dos romances homéricos
Além dos castelos
Em Lua cheia
E Sol que entremeia
Esse nascer
Entre uma luz
que mais não se pode ver
E que por dentro
Já se atreve
De novo a voltar

O que no sonho
Além do sono
Se vive
E revive
E nos traz aqui de novo
Para transformar
O que nos é revelado
Dito e selado
Desde o outro lado do véu
Em espelho de verdade
A ser
De novo o pais original…

Que seja assim
Algo que palpita
Em ti e em mim
O que por vezes
Nos esquecemos de lembrar

Algo novo



(Um rei chamado "Esperança",
uma estrela do Entardecer,
uma música que canta
acerca do que ainda se pode rever

que os quebrados voltem
ao caminho que se procura esquecer
e que a luz que os une
de volta
se possa
por dentro
reacender

(Shattered "Theree´s the light, there´s the Sun, bringing back shttered ones to the place we belong... and we'lll not be silenced...")

Para nos lembrar
Que falta
Algo
De esperança

E uma nova forma
de ser
sempre criança

Sejam nos gelados
Que se celebravam
Seja no gelo que findava

Que eese homem retirava
na sua forma de escrever
talvez sem saber
ser maestro
Sem pauta

Com pancada
De bombo
Que ressalta

Em cada coração 
que assim compreender

Que toca, desperta e encanta
 O que - por dentro - 
em silêncio
em si mesmo
já  avança


Numa madrugada de fogo
a água pura assim anuncia
que a chama cristaliza
por dentro de nós nasce

um dia
que se faz noite
qyue purifica
o rico ou o pobre
e o faz 
por dentro
criança fugidia
que de novo se abre
à perspectiva 
de que a vida
em si mesma contida
será
uma certa hora
de um certo dia
de novo liberta
e sagrada



Ver e anunciar mundos novos
Novos sonhos

Novas fronteiras a descobrir e transformar…
Além das que o globo nos deu a mostrar...

Às vezes os sãos parecem tolos
Se vão contra a corrente e imperar

Como Colombo 
e o seu ovo
é tão simples
como começar...

E – no entanto 
entre tanto tolo
Que vai e vem sem pensar
Consegue-se
Sem ter muito
Ou pouco

Recordar…

Que a vida
Em si mesma
investida

De homem 
ou de bombo 
vestida

De mulher 
chamada
e assim 
evocada

Descrição
mais nada

Pois era
a imagem
que se reclamava
da luz
que em nós em si guardava

a força da essência viva
assim proclamada...

seja na imagem
de uma otra chama
a nossa mesma chama

que chama e reclama
ser de novo desperta
assim vivida
e consagrada









Estava

ali

Mesmo

Na esquina

Para quem via 
e não via

Que a luz da chama viva
é sempre a mesma chama
por nós vestida
de luz garrida
em nos assim transformada
E assim em nós investida...

Vida e água
luz e chama

Em ser Humano
em embiente
por si recordado
em si celebrado

A se manifestar

para algum
de nós
também
assim 
poder
se quiser
e mais não esquecer

o seu 
o teu
o meu

despertar






Voltarei, voltarei à vida
quando se acenda a luz em nós...

(voltar além da "noite"...
e despertar...
Inocências jamais esquecidas, 
transformadas 
além das palavras frias
nas memórias vivas
que se podem 
ainda fazer regressar)





- P.S - 


Profundos
Em detalhes
Que se esvaem

E que ecoam
Para os levares além mais

No sentido
Que tu mesmo pautares

Até que despertem

Outras memórias
Noutros lugares

De gestos afins
De livres cantares

Que falem
Por ti - de ti e de mim
e por mim
se demonstrem assim
Populares...

Procurar a egrégora, 
procurar o "el dorado"

o que é 
por dentro 
mais sagrado

no globo
na orbe
em todo o lado

as estrelas
que brilham
dentro de ti
e de mim

convidadas
congragadas
pela sua mesma luz
que assim
nos convida a seguir


além do decreto
além do secreto 

escrito
ou dito

simplesmente
expedito

o que é inscrito
no mais profundo
do Ser
(...)


PPS
O Homem do bombo vendia gelados, numa certa praça - encontrou uma arca vazia, cheia de gelo que despedia á pancada...
o eco em si traduzia
um apelo
uma forma de se fazer sentir
de se fazer valer
e de fluir
cada qual ouvia
o que queria
e no fundo
esta forma
que convida
transforma
o som
em nova vida
aqui escrita
e para ti
e para mim
descrita
em teclas simples
assim levada
e
de novo viva
assim lançada

na mesma corrente de vida
que se fez estrada
para que a tua
e a minha passada
pudessm em sintonia
descobrir o caminho de volta
à casa ansiada
entre as veredas esquecidas
e o que nos parecia
igual a todos os dias
e que
baixo o nosso olhar
de estrelas vivas
assim se transformava...

Jardins de edén
eliseio para quem
assim puder ver

assim crer
e assim ajudar a nascer