Ainda...
Que empurrados - para opções e escolhas complexas... por mentes de arquivoltas matreiras... em lugares e posições cumieiras: navegamos... a contra maré avançamos... e saudamos esse Sol que desponta... no romper da nossa Aurora forte - meu pranto... que é deste povo o canto - de muitas vozes devanceiras... por nossos egrégios marcado:
o passo antigo, passo firme - para outros passos desenhado: ecos de um povo - nobre e triste - que nenhum outro entende como pranto - lágrima e sorriso de peito aberto - sina e sinal e sinete de vida feito FADO;
Assim- num caminho incerto - visto: e pelas sombras velado... caminho - num deserto que se abre em riste - pelo temor sustentado... temo o que me vai cá dentro: esse vigor reforçado - por vidas plenas que se fazem velas... por mãos velozes na ajuda ao que está em pranto... remos audazes entre águas e quimeras - em tempos de algozes feitos vilãos disfarçados... ou senhorios de um templo moderno - como prédio citadino de cemitério disfarçado...
Assim - cada palavra - um repto - por entre estas linhas fugazes: viver cada momento como um sopro - revigorando as palavras em hinos que marcam as pautas daquilo que somos capazes... as regras canta-as o vento - neste tempo de rapazes; outrora cantou poeta a alta cimeira para toda uma nação de coragem...
Assim - sem dó nem desvario - apenas sentindo o que vai dentro - CORAGEM!
Rumamos neste universo vazio - preenchendo de vida e sentido, de valores e ousados desafios - o nosso mundo sonhado...
Por Cor Acção - Agem...
Esperamos agora sem medo esse destino - desde sempre preparado: que fará de uns eternos e vivos e dos outros que os reinam... escravos;
terça-feira, 20 de novembro de 2012
sábado, 17 de novembro de 2012
Ultreya
Somentem verdade... podemos encontrar esteios sólidos, pilares grandes: para albergar os poucos que ainda vagam entre as paredes desse templo - outrora grande - que se entendia de costa a costa e no seu interior albergava - os de nobre intenção, as de nobre coração, os fortes e aguerridos e as de firme e corajosa opção...
Hoje tudo parece tão simples... e vais ver que não - que a simplicidade na entrega apenas implica superficial devoção...
Quanto tempo te é dado para caminhar?... 60-70-80 anos ou mais?
E - sê verdadeir@ - sentes que - neste tempo até agora andado - percorreste teu caminho nem que seja a meio... nem que seja meio começado?... ou entraste num concurso de patinagem - no que deslizas pelo frio gelo... eterna miragem - perigoso desvelo - de te entreteres rodopiante numa superfície tão sólida e resistente como é fria, fluída e mortal é a origem que se esconde baixo tão apetecível festival...
Assim - pondero - quanto deste ser que habito conheço em verdade... quanto da sua dimensão e do seu verdadeiro fluir são conscientes para mim... Quanto me engano ao pensar - que tudo o que me é dado a ver, sentir e vivenciar - é fruto de um acaso marginal ou de um complô ousado para as gentes controlar?
Marca de ignorância se te deixas cair nesta trampa gerada para te reduzir... pois na dúvida, no medo, na raiva - te tornas cego para sentir - o milagre que vai acontecendo: dentro, fora, em redor de ti...
O Teu Ser Supremo vai-te tocando - quase sem notares... para que - pouco a pouco despertes e saibas a natureza do teu ser ORIGINAL...
Tal como numa melodia na que os vários instrumentos estiveram a afinar... agora chega o tempo do primeiro andamento e o mestre está disposto a começar... sente, vive transparente para todo e qualquer ruído que te pretenda afastar - da sintonia dessa melodia que foste escolhido para representar...
Nela o Caos ficará diluído e será parte do refrão... será acorde de novo contido dentro da vasta imensidão - da obra que lhe foi dado a habitar - como gerador de folgas para que todos os em crescimento - crescendo - pudessem novo lugar ocupar...
Agora - olhemos o teu ser singular... esse teu espaço único... sagrado - que a ti mesmo pretende congregar...
Como se de uma esfera se tratasse... onde flutuo permanentemente procurando pontes que a ele me ligassem... uma esfera de um material subtil... um fluxo constante entre o que sai e o que tem de se sentir...
Todas as informações dirigidas - pela verdade da minha verdadeira história - pela verdadeira natureza das opções tomadas e pela clareza ou pureza das suas consequências tomadas...
Há um caminho - que o Sol e a Lua fazem de mão em mão - homens; mulheres de virtude - que passaram alémdo medo, da dúvida e da cegueira de não saber o que são...
Esses, plenos - caminham sem se notar - vao gerando o vínculo eterno e vão sendo esteios de vida para a vida prolongar...
Nos tempos que correm - honra e virtude aos puros de opção - aos serenos e cristalinos na fortaleza do seu coração... aos de olhares transparente: a firmeza de diamante feita gente... aos que - semque se note neste presente - nos vão salvaguardando de nos perdermos num pântano quando somos rio que flui...
De nos entregarmos ao culto do bizarro, do superficial ou supérfluo e esquecermos o caminho de expansão e integração que leva essa esfera de vida e luz a comunicar sem obstáculos com o ser que dela é parte e com ela caminha de dia e ao luar...
Eidolon, daemon... ego e ser superior... mais além destes termos está essa presença interior... esfera de luz, círculo de perfeição - que acompanha nossos dias, ecoa nossos gestos e vai - como sábio mestre em paciência erigido, com prudência solicitando... a fortaleza das opções corajosas e a temperança nos gestos arrojados...
Esse "algo" a nos pertence - junto connosco foi gerado - promessa de um dia - quando se passar a corrente - e se vejam as paragens antergas que deixamos faz tanto tempo desse outro lado...
Esse "algo" em espelhismos modernos camuflado compete com anões incipientes de negro vestidos para gerar caos criados... e que os povos permaneçam escravos...
Formas minúsculas envoltas em sombra que se não pode ver... hologramas que os fazem inexistentes e que nossas vidas procuram orientar e vender...
Se as regras são claras - e nós delas temos noção - em cada passa ou desvio, em cada deslocada opção - ganham estes a força que nos pretendia unificar - nessa esfera transparente e sagrada que em nosso redor não se cansa de perseverar...
Em cada passo que nos conseguem desgarrar - e arrancar partes do ser já maduro em sua FORMA original - estes de negro - tecnologias de degredo vetados a manter a folga para que o humano possa existir assim - sem se lembrar: da sua verdadeira natureza, do sítio que habita e daquilo que está aqui a fazer e contar - esses guardiães dos povos perdidos nas névoas do outrora - dissipados pelo Sol da Nova Aurora - terão de se arrumar nas suas covas - pois cada humano que se reencontrar: cada nova esfera de luz que brilhe o seu pleno potencial - será anúncio de um novo tempo - o tempo da virtude, da liberdade além das normas, do amor que é universo e da verdade final...
Até lá - perseveremos - neste nosso caminhar - para ver o mundo em termos - há um monte a subir... pé ante pé, degrau sólido a conquistar... com ajuda - do grupo que nos entende e que connosco assim quer subir e sua vida dedicar...
Pé ante pé - subindo - para o topo do nosso ser - esse ser gerado para ser total e não apenas face desconhecida.... esquecido na mansarda que se deixa levar - rumo a uma ravina escura - para onde não há nada de sentido, concretização ou verdade a encontrar, proteger, transmitir e zelar...
Fiéis aos valores que nos ensinaram a guardar, à esperança de vida e coragem nesse companheiro ou companheira encontrar e de caminhar de mãos dadas com grupos de gentes livres que assim - sem medo - ousem caminhar;
Em Tempos de sombras várias - ULTREYA!
Hoje tudo parece tão simples... e vais ver que não - que a simplicidade na entrega apenas implica superficial devoção...
Quanto tempo te é dado para caminhar?... 60-70-80 anos ou mais?
E - sê verdadeir@ - sentes que - neste tempo até agora andado - percorreste teu caminho nem que seja a meio... nem que seja meio começado?... ou entraste num concurso de patinagem - no que deslizas pelo frio gelo... eterna miragem - perigoso desvelo - de te entreteres rodopiante numa superfície tão sólida e resistente como é fria, fluída e mortal é a origem que se esconde baixo tão apetecível festival...
Assim - pondero - quanto deste ser que habito conheço em verdade... quanto da sua dimensão e do seu verdadeiro fluir são conscientes para mim... Quanto me engano ao pensar - que tudo o que me é dado a ver, sentir e vivenciar - é fruto de um acaso marginal ou de um complô ousado para as gentes controlar?
Marca de ignorância se te deixas cair nesta trampa gerada para te reduzir... pois na dúvida, no medo, na raiva - te tornas cego para sentir - o milagre que vai acontecendo: dentro, fora, em redor de ti...
O Teu Ser Supremo vai-te tocando - quase sem notares... para que - pouco a pouco despertes e saibas a natureza do teu ser ORIGINAL...
Tal como numa melodia na que os vários instrumentos estiveram a afinar... agora chega o tempo do primeiro andamento e o mestre está disposto a começar... sente, vive transparente para todo e qualquer ruído que te pretenda afastar - da sintonia dessa melodia que foste escolhido para representar...
Nela o Caos ficará diluído e será parte do refrão... será acorde de novo contido dentro da vasta imensidão - da obra que lhe foi dado a habitar - como gerador de folgas para que todos os em crescimento - crescendo - pudessem novo lugar ocupar...
Agora - olhemos o teu ser singular... esse teu espaço único... sagrado - que a ti mesmo pretende congregar...
Como se de uma esfera se tratasse... onde flutuo permanentemente procurando pontes que a ele me ligassem... uma esfera de um material subtil... um fluxo constante entre o que sai e o que tem de se sentir...
Todas as informações dirigidas - pela verdade da minha verdadeira história - pela verdadeira natureza das opções tomadas e pela clareza ou pureza das suas consequências tomadas...
Há um caminho - que o Sol e a Lua fazem de mão em mão - homens; mulheres de virtude - que passaram alémdo medo, da dúvida e da cegueira de não saber o que são...
Esses, plenos - caminham sem se notar - vao gerando o vínculo eterno e vão sendo esteios de vida para a vida prolongar...
Nos tempos que correm - honra e virtude aos puros de opção - aos serenos e cristalinos na fortaleza do seu coração... aos de olhares transparente: a firmeza de diamante feita gente... aos que - semque se note neste presente - nos vão salvaguardando de nos perdermos num pântano quando somos rio que flui...
De nos entregarmos ao culto do bizarro, do superficial ou supérfluo e esquecermos o caminho de expansão e integração que leva essa esfera de vida e luz a comunicar sem obstáculos com o ser que dela é parte e com ela caminha de dia e ao luar...
Eidolon, daemon... ego e ser superior... mais além destes termos está essa presença interior... esfera de luz, círculo de perfeição - que acompanha nossos dias, ecoa nossos gestos e vai - como sábio mestre em paciência erigido, com prudência solicitando... a fortaleza das opções corajosas e a temperança nos gestos arrojados...
Esse "algo" a nos pertence - junto connosco foi gerado - promessa de um dia - quando se passar a corrente - e se vejam as paragens antergas que deixamos faz tanto tempo desse outro lado...
Esse "algo" em espelhismos modernos camuflado compete com anões incipientes de negro vestidos para gerar caos criados... e que os povos permaneçam escravos...
Formas minúsculas envoltas em sombra que se não pode ver... hologramas que os fazem inexistentes e que nossas vidas procuram orientar e vender...
Se as regras são claras - e nós delas temos noção - em cada passa ou desvio, em cada deslocada opção - ganham estes a força que nos pretendia unificar - nessa esfera transparente e sagrada que em nosso redor não se cansa de perseverar...
Em cada passo que nos conseguem desgarrar - e arrancar partes do ser já maduro em sua FORMA original - estes de negro - tecnologias de degredo vetados a manter a folga para que o humano possa existir assim - sem se lembrar: da sua verdadeira natureza, do sítio que habita e daquilo que está aqui a fazer e contar - esses guardiães dos povos perdidos nas névoas do outrora - dissipados pelo Sol da Nova Aurora - terão de se arrumar nas suas covas - pois cada humano que se reencontrar: cada nova esfera de luz que brilhe o seu pleno potencial - será anúncio de um novo tempo - o tempo da virtude, da liberdade além das normas, do amor que é universo e da verdade final...
Até lá - perseveremos - neste nosso caminhar - para ver o mundo em termos - há um monte a subir... pé ante pé, degrau sólido a conquistar... com ajuda - do grupo que nos entende e que connosco assim quer subir e sua vida dedicar...
Pé ante pé - subindo - para o topo do nosso ser - esse ser gerado para ser total e não apenas face desconhecida.... esquecido na mansarda que se deixa levar - rumo a uma ravina escura - para onde não há nada de sentido, concretização ou verdade a encontrar, proteger, transmitir e zelar...
Fiéis aos valores que nos ensinaram a guardar, à esperança de vida e coragem nesse companheiro ou companheira encontrar e de caminhar de mãos dadas com grupos de gentes livres que assim - sem medo - ousem caminhar;
Em Tempos de sombras várias - ULTREYA!
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Terra Nossa
Outrora... caminhávamos lentamente... nesta terra Verde... nesta verde terra Nossa
Nessa direcção ansiada... na que sentíamos a terra fermosa...
Pé ante pé caminhando... descalços... lentamente vagando... nesta Terra Nossa...
Hoje em dia... Voamos... ansiando o céu Azul celeste... saltamos para esse espaço de luz garbosa...
Hoje em dia aceleramos... por ventura de estar rumando de forma gravosa...
Rumo a desconhecidos eidos distantes... guiados por razões oblíquas ou paixões inquietantes...
E vamos além... até ao frio espaço... esse Negro desígnio por tantos idólatras cantado...
Saudade... essa palavra terna... da língua Nossa... desta gente Eterna...
Saudade... palavra airosa neste Nosso Fado...
De andar em roda... com sentido vivido daquilo que é já passado...
Em volta de um Inverno... que é côr de um Verão sossegado...
Ouvindo Primaveras entre as folhas que caem dos desígnios de um povo Vergado
Nessa direcção ansiada... na que sentíamos a terra fermosa...
Pé ante pé caminhando... descalços... lentamente vagando... nesta Terra Nossa...
Hoje em dia... Voamos... ansiando o céu Azul celeste... saltamos para esse espaço de luz garbosa...
Hoje em dia aceleramos... por ventura de estar rumando de forma gravosa...
Rumo a desconhecidos eidos distantes... guiados por razões oblíquas ou paixões inquietantes...
E vamos além... até ao frio espaço... esse Negro desígnio por tantos idólatras cantado...
Saudade... essa palavra terna... da língua Nossa... desta gente Eterna...
Saudade... palavra airosa neste Nosso Fado...
De andar em roda... com sentido vivido daquilo que é já passado...
Em volta de um Inverno... que é côr de um Verão sossegado...
Ouvindo Primaveras entre as folhas que caem dos desígnios de um povo Vergado
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
O Rei Leão
Uma história simpática... como sempre -- as melhores histórias são contadas às crianças no sentido de perdurarem no tempo alicerçando VALORES;
Assim, o nosso Simba - rei leão legítimo em linha de sucessão - vê como o pai é assassinado e - sem compreender a premeditação de tal acto cruel, foge ainda sendo cria de leão com a imagem de uma responsabilidade aos ombros que - efectivamente - nunca teve...
Transforma-se num marginal... e vivendo uma "pândega" esquece a sua linhagem assim como a sucessão que - um dia - teria de assumir na "roda da vida"... de ser o seu eixo central - símbolo de FORTALEZA e CORAGEM...
Sem eixo... a roda da vida... simplesmente desparrama;
Inimigos mortais - Leões e Hienas estabelecem tratados para se apossar de tudo o que eram territórios delimitados outrora...
Patriarcados falsos e Matriarcados emergentes cooperam nesta película para crianças, ilustrando um processo de chacina de monarquias e cooperacionismo tácito e silencioso da estrutura aparentemente patriarcal por excelência: que impávida e serena distribui umas águas bentas e umas hóstias fictícias e se descarta das suas antigas cruzadas e lutas armadas bem prementes - ocupando o lugarzinho que lhe foi reservado na divisão dos despojos desta nova era de descalabro e assombração...
Como em todo e qualquer cenário de degradação - há aqueles que resistem:
Uma jovem leoa - de sangue e berço real - encontra o Simba perdido na vida indolente de ser mais um na mansarda e o desperta às lembranças daquilo que realmente é...
E - corajosa - regressa a onde o nosso vacilante rei da selva não se atreve a confrontar as sombras de um passado milenar no qual a responsabilidade sobre os ombros e as linhas antigas são muito fortes para serem vencidas por si só...
Nesta crise existência, aparece um macaco - o que primeiro o "baptizara" como novo e futuro rei... e lhe pergunta - simplesmente - quem é...
Olhando-se ao espelho, nas águas... primeiro reconhece o jovem de juba proeminente... e pedem-lhe para ver mais fundo...
Então ai - Simba já meio desperto pelo apelo da sua companheira - recorda a sua LINHAGEM e é confrontado com a imagem viva de seu pai em si...
Correndo pelas pradarias - voltando à pedra onde se sentaram os seus ancestrais marcando o terreno onde as hienas nunca poderiam entrar - confronta-se novamente com a imagem do pai - que aparece como o Sol entre as Nuvens: uma voz portentosa, vinda de dentro e de fora... ecoando em todo o lugar - lhe diz claramente "REMEMBER WHO YOU ARE"....
"RECORDA QUEM ÉS!"
E - com esta visão - o jovem e despreparado Simba regressa ao desterro do que outrora fora o seu lar...
E confronta o tio mesquinho - com sua manha e malvadez - vencendo por coragem e força interior: por nobreza de alma e coração;
E as Leoas - verdadeiras fêmeas do rochedo e da pradaria - desterram as hienas - hierarcas que mantêm os machos sujeitos e adscritos ao seu domínio - mesmo sendo estas - as hienas - como uma praga sem fim e aparentemente impossíveis de banir da rocha do governo e do ceptro do poder;
Termina Simba e a Leoa que o chamou à vida - celebrando a nova vida do seu herdeiro... o nosso sacerdote sábio e louco erguendo a criatura para ser apresentada ao todo da arca e o ciclo da vida mantém-se - a roda vital encontra novamente o seu eixo - avançando em linha recta e não descrevendo parábolas e impossíveis:
figuras semelhantes a uma certa obnibulação mental semelhante aos ébrios que participam em grandes banquetes, aos orgiásticos que se ceibam na carne sem espírito, aos esvaziados de carácter e coragem que caminham para aqui e além conforme lhes dizem para andar ou mesmo aos que - pura e simplesmente - se anestesiam e drogam com informação, materialismos e ideologias vãs que promovem comportamentos que vão além da tradição, das raízes do seu povo e da sua própria natureza original...
Assim... como numa certa Rotunda numa certa Boa Vista - que se erga o Leão dentro de cada um de nós e que a águia que ameaçava impor dissolução, ambiguidade e alienação possa ficar baixo a alçada da poderosa garra que - com firmeza e determinação - orienta o caminho dos que caminham nesta Nação.
Bem haja ao HOMEM DO LEME!
sábado, 10 de novembro de 2012
António Machado: caminhante
Cantares
Antonio Machado
Todo pasa y todo queda,
pero lo nuestro es pasar,
pasar haciendo caminos,
caminos sobre el mar.
Nunca persequí la gloria,
ni dejar en la memoria
de los hombres mi canción;
yo amo los mundos sutiles,
ingrávidos y gentiles,
como pompas de jabón.
Me gusta verlos pintarse
de sol y grana, volar
bajo el cielo azul, temblar
súbitamente y quebrarse…
Nunca perseguí la gloria.
Caminante, son tus huellas
el camino y nada más;
caminante, no hay camino,
se hace camino al andar.
Al andar se hace camino
y al volver la vista atrás
se ve la senda que nunca
se ha de volver a pisar.
Caminante no hay camino
sino estelas en la mar…
Hace algún tiempo en ese lugar
donde hoy los bosques se visten de espinos
se oyó la voz de un poeta gritar
“Caminante no hay camino,
se hace camino al andar…”
Golpe a golpe, verso a verso…
Murió el poeta lejos del hogar.
Le cubre el polvo de un país vecino.
Al alejarse le vieron llorar.
“Caminante no hay camino,
se hace camino al andar…”
Golpe a golpe, verso a verso…
Cuando el jilguero no puede cantar.
Cuando el poeta es un peregrino,
cuando de nada nos sirve rezar.
“Caminante no hay camino,
se hace camino al andar…”
Golpe a golpe, verso a verso.
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Superfície cristalina - espelho de mentira p'ro menino e p'ra menina
"Aceleramos os tempos; SUPERFICIALIZAMOS os conteúdos"...
O tempo não estica - fragmenta... e sem tempo para gerar profunda relação - a qualidade é zero e apenas sobra a quantidade...
Dai os enfatuados de tudo que nada sabem;
O tempo não estica - fragmenta... e sem tempo para gerar profunda relação - a qualidade é zero e apenas sobra a quantidade...
Dai os enfatuados de tudo que nada sabem;
domingo, 4 de novembro de 2012
Nação
"Nação, do latim natio, de natus (nascido), é a reunião de pessoas, geralmente do mesmo grupo étnico, falando o mesmo idioma e tendo os mesmos costumes, formando assim, um povo, cujos elementos componentes trazem consigo as mesmas características étnicas e se mantêm unidos pelos hábitos, tradições, religião, língua e consciência Nacional."
Existe um algo que - baixo a pretensa desculpa de UNIFICAR - o que realmente pretende é DESENRAIZAR, ALIENAR E GERAR INCIPIENTES... pessoas sem"natio", sem profundo sentido de si - de si Homem ou Mulher - sem sentido de si no PRESENTE que se deve a um passado MILENAR e que aponta a um futuro com toda a RESPONSABILIDADE de preservar a HERANÇA cultural, genética e - da terra factual - que fez os egrégios ser o que são....
"O elemento dominante, que se mostra condição subjectiva para a evidência de uma nação assenta no vínculo que une estes indivíduos, determinando entre eles a convicção de um querer viver colectivo."
O Vínculo incipiente que se pretende gerar na actualidade radica em conceitos vagos como "cidadão" e uma pretensa linha de coerência entre Europa, Oeste e afins... de facto, temos uma CRIVAGEM entre Oriente e Occidente e pontas fictícias entre nações que - mesmo vizinhas - não se compreendem ou aceitam e tendem a colaborar em momentos de crise.. como é o caso actual;
O Vínculo incipiente que se pretende gerar na actualidade radica em conceitos vagos como "cidadão" e uma pretensa linha de coerência entre Europa, Oeste e afins... de facto, temos uma CRIVAGEM entre Oriente e Occidente e pontas fictícias entre nações que - mesmo vizinhas - não se compreendem ou aceitam e tendem a colaborar em momentos de crise.. como é o caso actual;
Substância humana que a forma... que pelo seu BEM-ESTAR, pela sua HONRA... e pela sua INDEPENDÊNCIA e PROSPERIDADE...
pergunto eu aos apátridas que dirigem este país: por obra do marketing inerente ao sistema democrático - se partilham algum dos elementos atrás referidos;
se sangram quando todos sangramos, se perdem o bem estar quando todos perdemos, se ainda têm alguma vaga ideia do que implica salvaguardar a honra própria e a da nação e se o princípio de independência que defendem implica servilismo e clientalismo a terceiros - organizações económicas ou grupos sombra não identificados.
No fim, se tudo isto é certo - e visto a mentira da crise estará ai para durar até que os povos cedam a sua auto-determinação e a sua livre vontade - como pensam mentir às massas falando de prosperidade tendo em conta as taxas crescentes de patologias várias e criminalidade crescente.
Complicado pintar um quadro rosa quando as coisas ficam negras - e todos sabemos o Porquê...
PARA QUE SERVEM AS NAÇÕES UNIDAS SE JÁ NÃO EXISTEM NAÇÕES OU SE - NUM CURTO PRAZO DE TEMPO - ESTÃO PROGRAMADAS PARA DESAPARECER BAIXO O ESTADO CORPORATIVO?...
Para quê os DIREITOS HUMANOS e a carta Universal se teremos CIDADÃOS e FUNCIONÁRIOS, CLIENTES, UTENTES e não mais o dito termo tão celebrado em carta afim?
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