Tão brandamente os ventos os levavam Como quem o Céu tinha por amigo; Sereno o ar e os tempos se mostravam, Sem nuvens, sem receio de perigo. O promontório Prasso já passavam Na costa de Etiópia, nome antigo, Quando o mar, descobrindo, lhe mostrava Novas ilhas, que em torno cerca e lava.
pass@r @lém riso e dor e medo
por non s@r @m de testes
por ter @m 'ind@ ao segredo
dess@s
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Aquele era o tempo em que as mãos se fechavam E nas noites brilhantes as palavras voavam E eu via que o céu me nascia dos dedos E a Ursa Maior eram ferros acessos
Marinheiros perdidos em portos distantes Em bares escondidos em sonhos gigantes
E a cidade vazia da cor do asfalto E alguém me pedia que cantasse mais alto
Quem nos leva os fantasmas Quem nos salva desta espada Quem nos diz @ onde é a estrada Quem nos leva os fantasmas Quem nos leva os fantasmas Quem nos salva desta espada E nos diz @ onde é a estrada
Aquele era o tempo em que as sombras se abriam Em que homens negavam o que outros erguiam Eu bebia da vida em goles pequenos Tropeçava no riso abraçava venenos
De costas voltadas(em circulo ausente nem entre o frio nem o perigo nem a negra serpente) não se vê o futuro
Nem há rumo d@ bala (nem em comum acordo disformes nem em condições de brio em frio doar os mais belos temas e ter por verdade apenas uma lavrada ponte um nome que non se defronte de riste em peito uma flro que sabe e que se abre sempre a direito!) nem @ falha no muro... esse aonde ainda posam brincar - por muro - já não haver - as crianças do futuro livres desta praga - que se diz desde o princípio qual precipício até ao final quam bem formal) - que parece qual prece - que se perde ora de novo a se negar ROTUNDA E SEM - ASSIM SEQUER - CHEGAR A PACTUAR ora a se perder entre - por entre trova e trova - assim o muro de novo a erguer - ESSA TAL - COLUNA AOS CÉUS REPREENSORA - QUE DESSE UMA SOMBRA - AONDE O CEO A TERRA E O MAR E AS GENTES VIERAM PARA BEM SE VEREM - ALI- ALÉM - DESDE AQUI - ATÉ VEREM ENCONTRAR-SE - ESSA SEMENTE EM SEREM SEMPRE NELA MORAREM - O QUE VEM POR DENTRO E MAIS NÃO SE DETERMINA E QUE POR FORA SE TRANSFORMA NA VEREDA NA SAÚDE E SAUDADE QUE VENCE E RI E ANIMA...
e do muro a raiz de uma certa - fábula - fímbria que bem e esmaga- para que o muro caia e recaia - UMA E OUTRA VEZ E SEMPRE - sobre todos o que o ajudaram a reerguer... entend@m.... se... que a hora é premente)
E alguém me gritava com voz de profeta Que o caminho se faz entre alvo e a seta
(desde antes já existia essa chamada essa chamarada - enorme - porta de força amiga - ora amizde assim qual o dia... dessa tal e terna na saudade - que se perfazia o caminho por veres em vereda a verdade - quando assim . quais fogos de lumes acesos as estelas lá em cima tão belas eram cristais bem reiais desse nosso lumes acesos - e quais chamar e amor a partida de rosa vestida a desper assim qual verde e bem doirada a capinha a sim ver se despir o ser de viver - assim quam uma outra bem a zul e qual alv@ que se iguala qual seu doce cantar que se encontra desde o monte que salv@ que nos bem veja desde o ser sempre assim a voltar quando antes já era assim a vida toda escresse asim qua beijo de mão e mão a vencer qual um rio que segue esgui@ e non desce a penas s abe se - transformar e reunir e beber alie aonde se deixa assim e também doar a sim quando uma tal a fronte uma ponte uma barreira ora barragem assim sabe... .por ventura tresvasar... - e assim ...@ssim chega assim ora se a conchegv@ - ai e aonde ainda bem esteja ora ainda aonde se venha @ ver beber - qual poço no deserto... de areias assim meias.... as beiras a se unir e reunir em por bem... assim requererem ora mais bem por querer... assim se entregar... quando um avance outra já lá esteve e quando dez passos leves um passo bem seja ecos de passos - a ouvir se bem se achegar nesses doados - brados - os caminhos - antigos passos dados de caminhos esquencidos ora assim ainda sustidos e bem trilhados mostrados apenas nas mais duras penas e nos momentos mais toldados quando o ferroe fogo non sejam mais quem sonho e quando a sombra desse lume de frio esse fogo negro menos fiel amigo assim a hora @ amizade a honra... @ verdade... e o tal com rubor ardente... que bem consuma - a chamada - a da treva - essa sen hora -a negra - perumada rosa e a mais antiga e vil mentira a ira de se ver voltar - quando fomos desde sempre assim chamados - a sim @ regressar - a origem! que bem despertes que o caminho já existia antes de ser aberto e que assim era e por sempre bem seja assim sobre guar dado bem - por entr'os fios nem os alcumes nem os logros assim non mais nos percamos...)
aonde desde sempre sabe ser desde o mais ser e tern@ idade a bem a sim chamar DESDE A FONTE qual Amar amaria desde A NASCENTE asSim e também... bem se faz AO LARGO DESDE O ALTO VALOR MAIOR @ PILAR @ FUNDAMENTO A SAL VA G VAR DAR
(refrão)
saber
dizer
sim sim
- e -
saber
dizer
NON NON...
@ quem serves ao ter es o mapa se o final já estivess@ traçado... @ quem serves se a terra à vista se este nos o barco ainda está p @r a d@ @ quem se serve de tal chave... se a porta estej aberta quem sabe que bem entra quem bem sabe ainda o que nem se bem sabe... @ quem servem: essas estas nos sas vos sas pal a v ras se a cas a fi c ar d es @rt@ de que servem de quem bem serve de quem pro~em asflores de ninguém deq uema sim as mais alvas - alturas e os mais profundos lamentos a quem servem os lgos o srios o smares - desertos - de sal a sim plantadas filigranas e vidas entrelaçadas e a sais infimas flores ao se ver ouvir a sim desde o ceos quais e strelas do fim do mar assima domarem oq eu nunca s erviu e quando sim entre laços prendados prendidos amar rad os os ser es livr es se m es se se con s in em @ m@n os
sedes convivem send@s veredas profundas profugas estradas profundos os poços assim opacos os lugares dessa der rota ainda as sim sendo - por ventura - esp@lhados negros os lares ainda que sendo bem - parecid@s bem prendad@s obscuros labirintos mudos e os cantei r os dessas nossas vossas flores fores t as ver des livres assim 'ind@ @cl vidas p @r f vm ad @s @ pel@s mais doces es s@s @s pilhas de per f vm es de outros lvg @r@s assim 'ind@' "@ PREND@D@S"
falar e trovar de amor assim e apenas e por bem mais quando assim e também se desfaça amais fina flor assim bem por mais bem começar assim determin ada assim ora a deter min ar q v al o ser @ qval @ vi da q vl @ o lvmen qual a fuste ora fusti ga d a qve sen do bre ve e pl ena e sem si ora em so a si mes m@ bem apa ga da ora quando @ d ve nh@' @ ser a se de por e mais quando assim se re a cen desse e quan do assi m e p or be m tr@ ve am or o @mor maior mais non se es quen ce ...
doze os tais braços miles de olhares...
num tal TITÃ que save e aguarde e...
o mais ceo limp@...
quando assim a tal G cheia
assim bem erguesse...
os seus para o bem
encontrar
e
quando
assim
do
ber-se
livre
ao
se
elevarem
até a outra
- panaceia ao autro suave -
a rodar assim quais as nossas praças
bem anunciam que a augoa descende
e ascendia
-
assim riem e desdizem
que desde a mais intima
ao
meio
e
desdea
do de cima
uma sina
uma ave
que desce e sobe
de fogo coroada
e um apinha
na tola mais
breve e @
uma esfer@
em
sim
mes
ma
em
ci
m
eirada e tantos os laços e os breves abraços com passos de augoas
assim a condescender
e
sabem que sobem
que
sedes pedem
@ menos
se
despe
daçam
quando
e
as
sim
@
bem
@
cons
eg
vem
que descem os pombos as pombas e as mais breves lendas
que assim
se bem
soubes
se
des
beijar
e
entender
que
numa par - elha
fora
em
barca
a vel h a
e
quem a de negro se fosse nunca mais adviera e que numa alva branca
fosse as atopar
nesse el len na liga de metria de meta fisis ca
ora geometria
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cedeu
ao par
que se
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que
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uns
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diante
para
atrás
que
as
sim
eram
DE
SABER
DORIA
ESSES
QUE
DEPOIS
SE
D
ES
CRE
VERAM
e que as outras
QUAIS
SERPES
assim
e
lestas
INOCENTES
SEDES
DISSERAM
e que o mais negro perfume e menos bem encanto desde o mais frio alcume assim alvo - @o salto - e quando assim - desde @ mais breve e profundo aspiram suspiram e reacend@m..
-
até que a ventre dessa tal barca uma nova vida
assim condescendem
e seres
desdizem
e
assim
a
mais
bem
- reacend@m
a croa
qve
bem
- "pisa" inclinada por mostrar tudo e nada e entre as efemeras esferas esssa a pluma non havia
nada que um pedra atingia...
assim so pesara
e tão depressa
sem
essa
@
camera obscura
assim @ - o
chão que ainda
tão bem se meça
e
quando assim
por entr'
essas
voltas
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esqvidos
em si mesm@s
inspirad@s
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QUANTAS AS HORAS ESTUDADAS e quantas as amplificatmagnificadas para ver em espelhos de amar ase bem entre cruzarem quantos olharam quantos bem creram e quant@s mais bem amar@m - qando a dviram desde os ceos as uzes dasestrelas dos olhare teos e meos - refelctidas perspectivas ao se saber em ber trocar quandoe quantas as trvas tua e asminhas non se saberiam assim tom bem se achar
si vistedes e despidas as tuias asas e as minhas prosas as nossa smais leves LEAFS - as mar e poisas as mariposas que bem sedes piram de si se des pediram para bem ouras fol
has assim perse parecer e quando e cando peerecm assim bem amsi se entristecem as aves todas dos ceos olhares teos e meos quando assim as vem as vejam asim des a par es cer
equantos os ÓCULUM olharem atentaram - procurar a resposta a acerta a tantas estrelas que admirem tal qual bem evocaram ora evocassem
que fobos e deimos giagantes emntre marte e aarte constante antes de um ser mindinho pequeno entre o gigante zinho mais alto - imagina que doce pranto de e spanto quando um concebeu oq ue non veu e esse veu asim se des van e cesse e de fobos a fbreiro dera deiro - assim as calendas e amor a amar se perizeram calendario a s eguir em horio ora anti horário por bem querer definir e encerarr
uma tal amar
epoisa que soube emmim e em ti estar mimetisa profetisa toda mona ela lisa asim em seu doirado abeirar das flores dos campos de óculos a b«ver se convergir quais os outro stantos e tantas vezes amplificat ora ver asim tingir de cores inestentes olhares d eolhares ardentesentre mlhares d eetrelas so tu - e essa tal mar e poisa que nuncaninguém explicara que quantas q uanta smais vezs amplificat bem se fizera ora masi bem se marcara - nem ssaber nem ouvir nem desdizer que era leaf AFOLHA alef asim aletra e que a letra- ninguém ainda explicita que OLHA DE PAS SAR OS
non explique o que - MICROS D EMIL aumen
tos
nos dediquem
quando a ver vejam e também esses subtis subterfúgios
refúgios de prima e vera dassa mater a rs eterna
a e
ter
num - na mão e non saber se sim ou se non
-
qvando as marcas de um tal
- cavalo que leva a casa toda em costas e a tal espiral em marca perfeita
assim mordesse da o estribo que non tem @martelo
o
que
digo
e
qve a sim ao ver de vagar
- divagar por entr'o sol e o luar
- essas tais pintas...todas coradas
as tuas e as minhas palavras
que
foram ainda onda nunca dantes se a to par vam
e
@
o mais
além
viam
o
que os pas
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non
adm
i
r
am
- os tais pequenos -
lugares de rebentos
desses
tais
florescente
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fil
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osas
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ra
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que
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flam
ejasse
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a
pró
pria
vida
rein
vent
asse
e
des
cob
ris
se que asim era - TRANSCENDENTE - e se sir rio
s acendesse canes minor ora major non condescendesse nem assim revisse nem asim explicitassem a mar e poisa poisa no mais alegre umbral no ombro de quemame enond quem a aqueira assim - perfilar - qual um alfil alfinete que veja e menos sede intrometee na mais alvae test@ - assim esse perfil - que bem doaste a sim bem se dente asim bem cedestes - quando amar epoisa nem explicita ao mim e ti sendo -mimética sabedoria - que replica uma tal flaminga - non a cor rosea tua nemminha sir alexadros - também non e flemin para ti e bactrim por final - queessas tais amarguras das folhas LEAFAS mais duras forama penas descritas me mais do que - exadecimal aumento de micrs«oscópio electrónico de varrimento - que pasaros algun tenhem non- a tal - LEAF FOLHA EM BRANCO AONDE FAÇO ALECRIM ALEGRIAS MAGIAS E DOCES PRANTOS S EGUE POR SE EX PLICITA
R
e tal que bem sigas e bem mais explicites nem se abre nem se fecha nem se d eixa a sim per fil ar
qual arfil em ponta romba qual alfinete que bem se crave na testa dessa que se s abe que quando se a gita o mundo inteiro grita que asa sua ainda bem falta quando+e pinta e pintada pela propri que a sim - aeleva aleva e bem a realça ora a esconde quando asim - nem se diz nem se conte - qual o pas
saro
qual o passo dado
quais os passados ainda por ver
desde o futuro fruto a ver ão ou non de renascer
e quais as 25 cegadas e aais de vinte e co«inco passad@s
quede ponte apote non sabem seguir os eu grao
sejam pas saros passados sejam - antigos brados doados - sejam de sse
dessa cor de ruge e rugir a dor e de bar ros
assim
disfarçados aind a s pranos
ainda os sopramos
quais bicos que bem explicas nas pedrad etres em tres e quantas as linhas as folhas as leafs que "BEIT" non tragam - para pescar quenm é livre e que assim te trova por nada
que espirais por dentro nessa depapel asim desdesenhara por bem igual uqantas escadas quntos passos em essa tal de dama erguida poderas em espiral bem real subr e desce s em econtraresa s aiada até bems aberesa entrada a estrada e a havia - poista - mais de 360 - e menosde 370 - a entendes que habitar habitas uma meio dupla e uma que bems e EVITA?...
mesmoq ue o mundo mundoos nossos sentidos e o tempo nos leve para longe de NÓS e que o ser parecça ora re apar e ça perdido ainda ainda estamos bem "sós"
sons de sempre aparecem e unadosimbem se arrima mais bem se encontram e quando entre ondass edes frontam asim bem as se elevam e uando asim bem se desfazem sedes dizem e mais non sea topa apenas a pluma apenas rota espada apenas quando o tudo assim vale mais de nada...
Não falei contigo com medo que os montes e vales que me achas caíssem a teus pés... Acredito e entendo que a estabilidade lógica de quem não quer explodir faça bem ao escudo que és...
NOM FALAR E DEIXARQUE O NOSSO CORAÇÃO SEJA A TIRADOAO QUE DESTROÇA O PAPEL DA VIDA D EPALAVRA APALAVRA MAIG@ ASSIM SE ALUCINA SIM SE AVIZINHA UMA LAEGRE INTEMPESTIVA IDADE por entrio verte o ventre a verde vereda ora verdade mmais leda amis peqena e strada ae amasi levee stela assmm qual uma leve identidade asism qual animo leve e anima bem pesada e quantas as passasdas e eras nbem aind apoisar quantas as asas que detenhas e quanats a letrasque contenhas quando sismbem te venhas a ver asim ver es te beijar por esse animod eforça fraca ora leve ora outra que bems endo asim prometida qual a promessa mais antiga que desde os ceus sedescendesse ora ssim cedeu e uantas as voltas de augoa friaa sim sendo atrina formula a mais natiga ue a sim qual mor qual moriula aind anon sus cedeu nem se bem suscedera quando d eum aunica outraidentica asim ri e apar fosse vera - a cruz a vermelha c or a arvore devida a do siul no s cos olhares teus o smeus contare sapedra maisvermelha que de australidades poisares bem venha apoisar entres comedias dispares que dentre os tas lugares algum s urgiu olhou e se se assustouse non - apenas comentou querolando em espiral nversa os tais pedros pedrolhos pedregulhos voavam para quem non os soubesse a sim - VER PASSAR
passaros a dentess endo beijos quais compaixão ao coralão assimse apontam pro mais doce lugar almejado e pelos e enre os meros os merlos desses caselos nos mais infimos sonhos teus e meus ainda apoisar ora apoderados... assim ainda estando pois ados
Saudade é o ar que vou sugando e aceitando como fruto de Verão nos jardins do teu beijo...
Massinto que sabes que sentestambém
que num dia maiorserástrapéziosem rede a pairarsobreo mundo e tudo o que vejo...
pequena spalavra smagias quando asim sorriem riem acesas non cedidas non fendidas nem armaduras nem espadas dons de vidas asime ntrelaçar e s endo entre lá asim res soados os hino so simbolos os brios o smais briosos corceis a sim de sete em sete saltando e
quandoe quantoma ais bem se digamq u s ete protas sendo a saida cada qual uma entradaa estrada averada ao centro certo aponte a e porta certa comtres a sim en simesmos netrelaçados sendo o nÓ mais NATIGO QUE NEM alex ANDROS soube des dizer
QUE SENDO ASIM ALEGRE O ESPRANTo gadness glauc@ a cor a espada de dom a ssim semesper sem es+perar sem assimespairecer soubee rguer paracortar oq ue era para reunir sme lembrar OH SOPRO ANIME MEA OH ESPIRITO QUE DISFARCE ASSIM SE ATREVE qe dsparad asim sao ser disparad@ equandonese ce tro sem terd e sercaculo nem ter des er encontradonemperdanem racha da a ssi qua,a pedra perdida e qual o pedido de musicalidade antia que des onora esprança ora espar ora alcança quando seabre aporta mais vlha aarca de novo a porta mai snovae quando a docedoirada espera a sim esperança fenda berta paara uem a souber voltar aver abrir ea mais extensa planiciedesert@ para que pese que possa assim - passar sem a ssentir,...
(reunir - a desta e sinistra numenlace de doces prantos apenas quando a barca que be ses abe e non desiste asim erfaça quanos se sabe tanto - requadros quadrados quadro spintados e a inda os mais alegres contos e canatres e a smaisantigas travessas meias avessas asim quais as traves que soam ao mais doce amar... assim quando esse sal todo asim bem se a ssugure e em pedr amasi firme se bema fundar a primeira pedra verdade acesa ora pagada e quando asim se reacendesse a hora maisinfima queo tempo non cava...
É que hojeacordeie lembrei-me
(DE)que
sou
mago
feiticeiro
(CARTA 0)
Que a minha bola
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cris
tal é fol
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pinto
nva, nva
(pinta e menina e santa amar a maria se bem encontrasoq ue bem e ncata e quandossim cotra cosas e cotra velas e encontras a s frases as parcas sorrindo e as fitas de nós
sas cenas mais vêlas)
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VA.
dis confio -e asimseja- que ssim a ao brioa abixo que também bem s eja equando ssim - a sminhas augoas as vossa smagoas soame ressoam assim beme ao mesmo quando asl vras quando as proves bem serás que sabes ao mar que sabes aosangue davida que sabes as lagrimas que toda a terraa sim esmo sabe ao s er asim integra d etres em tres e que esse rugir de amor essa algo que nos chama qu eem b«viva voz por nos bem e clama desde o primeiro rugdo antigobrio q ue bem se sabe que nunca se cou e que eco ao ser despedido apenas ao brio do frio a o mais alto e mas quentea ssime também la bem se achegu ora a sim se acher bem chegasse e quando a sim bem se arrimouaism de por de ntro epor fora bem se encontrassem
costas em cstas lavradas palavras antigas nunca encontradas e entrias linhas derios e rias e os sorriso da sgente smais ledas masi quedas as mais comeinhas a spalavras jazem seladas os lugares aind apor ver aprender ora aprendar e quando tantos trovoes asim troves«jassem euantos a sim por verem aprender asim tamvém aprender asim - bem pas sa sem -
qantas e quans da svás ilusões e uantos do ssonhos veros e quantas rosas masiantigas rosáeas que em faces amig@s ainda bem saber queas vemos - e uqantas as suas medidas TODAS E TOLAS COMO VER DEAMOR DE AMORES DE MARES ASISTIDOS POR ENTRIOS RECANOS DA TERRA INTEGRA E ASM INTEIRA DESDE OS RIOS MAIS BEM PERFUMADOS ED ESDEO S LUGARES MAIS INTIMOS QUAIS LARES QUAIS OS FOGOS QUE TANTO AINDA BEM SALTAMOS ao seguri a asim sem risacr ao seguir eprse er por se ver aind ao sonho a ci«umpriir qual um aser a ascer entre o abrir eo cerrar de um plhar d eppestanas bem arimadas e o sonho ds er desse a lgo menina que pupila de reitores menos d«fosse apenas mulher quando ssim send honrada e uano ssim avid lhe diz e desdiz tudo sme terd eestar estudadaa penas quem bem ouça e 'menso se arima asim a s rimas rodas nuncas ds crevessem
menoss ea ver abeirassem e menos d escritas quandonas areias - ar eis! assim descritas aundoa sum FUGOR ORA D EMAOR FULGENTE RENASCE MAISALÉM DA PLENITUDE DE DOCESPRATAS DE DOIRADOS PRESENTES quando d epara em par uma s o COR SSIM UM COR CONDAR concordia compaixão se de do ar desse olhar que não vão assim sede de voar etre o lampejar e o d esper tar desespero de rugir de trovão que sabe asim desdizer tudo e ualquerlugaraonde bem se atope asim saberes tu es cuitar e quando a doce orla asim asenhorada de cupula disfarce de - sumula mais bem traçada e de bem dizer que uma maior ainda existe asim e também tu nem a viste sbes que existe...
amor maior amor ao cor ao centro sem saber decorar apenas uma pequena pinta que de si descrevesse o ar...
o fumo do fogo ao dvento - eo lugar aondeianda poisar pedraque lateje por dentro - e aforça daterra a bem estudares a bem te alimentar e das augos todas erguidas tuas eminhase ual falta por bem a mar apedra que bem amaria...
tam anticua
tom bem conhecida
quenas augoas vivas se es+raia
e nas doces augos ser via
ainda vial qual conter semter de conter de cor e quandoasim vejas que FLUTUA APENAS AUGOAS TUAS A SMINHAS BEM AOM
as mais doces harpas desse tal maisnobre ideal que dissemos dis farçadas até que advenha quem asaiba a topar e que sendo trovadas enon asim rasgadas a sim sejam ou tor gadas para remissão
para arremdiar paraar e meter assim - o que menos mais bem se ve
ja a sim probem veras pas
sar
@s
ao saberem ouvir
as nuven a per
es
segu«vir
as montadas
montanhas plas augoas certas seguras
e as mais leves plantas as tuas ea sminhas aver se as adveinhas quantas as suas LONJURAS e quantas a sbem perfazer se deum fazem nem uma assim quantas ham de vir a chegar a ser
Desconfio que ainda não reparaste que o teu destino foi inventado por gira-discos estragados aos quais te vais moldando...
a vida clama outra porclama e por maor asimdocepranto disse e desdisse e seguiu asism es+rando
e quando do espanto do bem ver nascer um segundoum filamento um mundo inverso assim vu ser arder ora rdente flamejar atal chamarda que desde o doce umbral é o todo que abraça o nada...
e a sim res sur gi ria se por ventoora a ventura non s eperdesse uma unica
VIA
ASSIM
ANIMAORA
VITAL
ASSIM
-
UMA
UNICA
VIA
UM
UNICO
VI
AL
ESSE AONDEAINDA
ESTÁS TU
NESSE LICUOR DE COR DO SER
ESSA
A DOR DEE XISTIR SME TERES DE A BRIR A ROS ACEA ASSIM AROS DE VIDA ARAS SEM PRTA DE NETRADA NEM ESTRADA EM VEREDA E VERDE NEM SAIDA APEAS UM ALGO QUE SO EM SI +E LUZIDIA APENAS A PROTA MAIS ÍNFIMA MAIS INTIMA SME TER DE TER HORA NEM SEM HORA NEM SENHOR NEM SENH@
RI
R
RIR
IA
E todo o teu planeamento estratégico de sincronização do coração são leis como paredes e tetos cujos vidros vais pisando...
Anseio o dia em que acordares por cima de todos os teus números raízes quadradas de somas subtraídas sempre com a mesma solução...
Podias deixar de fazer da vida um ciclo vicioso harmonioso ao teu gesto mimado e à palma da tua mão...
É que hoje acordei e lembrei-me que sou mago feiticeiro e a minha bola de cristal é folha de papel E nela te pinto nua, nua Numa chama minha e tua. Numa chama minha e tua.
Desculpa se te fiz fogo e noite sem pedir autorização por escrito ao sindicato dos Deuses... mas não fui eu que te escolhi. Desculpa se te usei como refúgio dos meus sentidos pedaço de silêncios perdidos que voltei a encontrar em ti...
É que hoje acordei e lembrei-me Que sou mago feiticeiro...
...E nela te pinto nua, nua Numa chama minha e tua. Numa chama minha e tua.
Ainda magoas alguém O tiro passou-me ao lado Ainda magoas alguém Se não te deste a ninguém magoaste alguém A mim... passou-me ao lado. A mim... passou-me ao lado.
negro parece - vermelho non e
-
e nao de rosa em rosa se diz que rosa tampouco a vê
- e quando assim
- bem seguindo um@ tal roda de espanto @dividir...
seguiu dividindo
- de quatro em quatro... por mais fino o valor - abraçando...
e a quando
@ssim
em voz
de neutral
em
voz natural
o pranto
de
pas
s
ar
os
fez igual assim
qual @ primeir@
vereda ora
a ver
a ora
a beirar
se
as
sim
celeb
cel
e
b
ra
ram
caleb
assim
calen
dários
assim
cand
ela
ri@s
assim
@
esses
de
mais
de um
abraçar
soam a esferas
dentro
de essas
esperas
harmonias
essas pratas veras essas verdasquaisledas essas chamaradas de uma tal chuva doirada quandi sendo de bra
ço em bra
ço assim entr'abra
ços
doad@s
apenas
as mais breves pe
nas
assim sendo de braço a braço a sim entrelaçar e uma tal roda de
danças sem ter de ter hor@s
asimse soube entreLÁ
ti
DOs
assim
mais
B
REVES
OS
SEN
TI
mentos
@o
s mais
alto
s os
svav
es
LÁ
me
nt
@s