terça-feira, 1 de março de 2016

TES TRES MUIÑOS DANÇAS DOS AN


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"The Sound Of Silence"
Hello darkness, my old friend,
I've come to talk with you again,
Because a vision softly creeping,
Left its seeds while I was sleeping,
And the vision that was planted in my brain
Still remains
Within the sound of silence.

In restless dreams I walked alone
Narrow streets of cobblestone,
'Neath the halo of a street lamp,
I turned my collar to the cold and damp
When my eyes were stabbed by the flash of a neon light
That split the night
And touched the sound of silence.

And in the naked light I saw
Ten thousand people, maybe more.
People talking without speaking,
People hearing without listening,

People writing songs that voices never share
And no one dared
Disturb the sound of silence.

"Fools," said I, "You do not know.
Silence like a cancer grows.
Hear my words that I might teach you.
Take my arms that I might reach you."
But my words like silent raindrops fell
And echoed in the wells of silence

And the people bowed and prayed
To the neon god they made.

And the sign flashed out its warning
In the words that it was forming.
And the sign said, "The words of the prophets are written on the subway walls
And tenement halls
And whispered in the sounds of silence
."




Testemunhos da verdade
Tanto vão de mão em mão
Que se perdem com a idade
Porque ninguém nasce ensinado
O que aprendi já está errado
Não acredito no meu passado

A queda de um anjo
Em cima de um homem
Que ao ganhar a idade
Perde a razão

Ontem liam evangelhos
Hoje é lei da constituição
Mas que ninguém me dê conselhos
Nunca gostei que a maioria
Organizasse o meu dia a dia
Não acredito em democracia

A queda de um anjo
Em cima de um homem
Que ao ganhar a idade
Perde a razão.

A todos os anjos
De todos os sexos
Agarrem as asas
Ao cair no chão.

A todos os anjos
De todos os sexos

A todos os homens

Agarrem as asas
Ao cair no chão.



Desse sonho - sibilo hasteado
qual bandeira silen
cio
sa
assim lado a lado
o ser salgado assim dessa lagrima desse sangue que rubro ora ver
mel
ho
assim se perfaz qual a palavra ora conselho

assim qval a idade de novo a
nascente
assimapontando AH! SAV
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de ser trans
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mais acima de ti e demim - seja quel ser que bem veja
ora almejara
assim uqla um castelo de 
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MENS
AGEM GENS COR A GEN
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assimquais as mentes
porta's de outrora sme ter hora's
abertas ao saber sem bem estar sem bem ser
portas abrirem
quando se entregam quando ao final ao fim venham 
e so
ri
rem

assim a um sol novo a uma luz qve renasce assim uma noite que é dos sonhos que também em nós de no´s faz parte e desse riso - doirado desse "licuor sagrado"
qual um HIDROMEL de bodas intimas plenas sem ter sido- contado nem nunca jamais encontrada a força a sua essência a fórmula e a sua "sapiência"...
sabedoria - "sophia de anima mea" - ora plena a plenitude assim bem advogasse ainda que bem mais ma entenda q ue  dentro a chamasse
assim
qual chama em der red
or
assimao de rre dor assim bem - se ouvisse a dança da roda da rosa da vida assim também a bem dizer  existisse..



 que se gue sempre acendendo
ascendendo qual ora qual uma criança
que sorri e jamais chor
a  assim uma bela - planta em ver
da
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se alçasse
ora se el
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sopro qual vento 

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ASSIM UMA VNICA FORÇA EM FORMA DIFERENTE MAIS NONA AL
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

SI N A I S


a primavera abandeira vermelha por entr'a esfera a espera a partida a espada quebrada por ter sido
vanida
o ser da barca quem bem res guar dasse e as flores que ora sor i em ora a bem par
T
em
de ti a mim qual rio segur
o
assim qual bem fui sendo segui e tu te e savs«iste
morrendo
esperança bem nascida por entre montes e ve«ales
a bem dita
abem crecer a saber do som do vento por netr'os teus cabelos
o som das marés tais quais teus olhares mais belos
tais quais tu também me vês
a voltar advogar a erguer escudo
sem pel
e jar
assimreflexo amigo ora ausente tempopresente para tos fazer
entre g
ar

asim qual flamejara
atal suplica que bem replica a agua mais bem
transparecida qual a tua bem nascida
a honra a face son ros ada
assim uma imagem de s er de face em face
espelhando
uma catedra uma pedra um vitral que quando por dentro prennch«ido sabe soar de novoo hino que se esvaiupor netre tantos e tantos prin
ci
pios
m
e i
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fi
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que hora a bem segura sen
hora
nem sabe
bem a qval
entregar sua sina sua
alegria sua rima sua com pos t ur
a

UMA
IAMGEM SEMPRE DE DUAS FACES UMA ESPADA POR ENTR'AS AUGUAS UMA AGUIA UMA AVE que dos 
CEUS BEM SE COMPRAZ E PASCE E PLANA E VOGA E ADVOGA E VOA E SE INFLAMA EM CHAMARADA DOIRADA EM PEITO HONROSA EMMÃO HONRADA AESPADA
SEM TER ASSIM NEM CUNHO NEM SELO NEM BRASÃO
ASSIM SEM SEQUER TER MÃO QUE A DETENHA QUE ATENHA QUE QUEIRA SEQUER TOCAR
UMA ROSA EM PROSA FLAMEJANTE
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UM
SER
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ASSIM SE BEM FOR 
SE 
BEM A ENT
G
A R










NUM LUGAR profundo por entre o tempo o espalo o CON fIN do MUNDO assimlá de dentro ao sil en ci o
assim cá de fora a dempora desse tal tempo
que fosse ora tenha assim sido a pormessa ora ao pormetido

assimqual lugar d egente que perman
e cera
assim con fir me za seguira ora es mor e cer
a



sim

uma mel o dia
amor maior
ser qual aveantiga cantora que anuncie dia alvorada e valor par bem de per tar desde epor entr'o dessepero de novo
invocar um hino antigo uma chamarada um chamaento altivoora humilde pporsa olvidada
ora uma espada de saber
de ser de cor
a gens
de saber cuidar e saber amar gura e as suas mais beas
paragens

porentreo riso e dor assims eguir sempre as cendendo umas vezes qual o luar que bem se deixa a ssim
recobrircom OVÉU DA SUA força sen
hora
essa 
que bem sabe "ouvir"

e de entre o desgastd«ado mais velho mais esuivo - flor de cravo em mão esbatido quais os ver ardentes de outrora agora contingentes espreitando esperando sua hora sua sina seu destino que pareçe que prece que pereçam quando asim parecia ter sido deixaod a resguardado cadeado
escrito entre duas chaves leves asim de um
a cintura bem sendo - timbre doado asim quais os quebem se 
lembramse
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quais os que sigam
assim nas trevas
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flor de além do mar 
que 
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advoga
quando
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dia
p
a  r
ece

assim hadese saber
nomera té lá nem valo nem valeiro nemescudo nem com passo de breve
espaço bassa a noite o lamento que se e sconde 
baçoo brado o vaso quebrado que era para vir a chegara ser o seu contudo esvaido qual povo de opção FERID@' SEM sechegar avedar acuidar a se ver - vogar pornetre a slinhas se entre misturam as
"avezinhas" 
qu' 
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