sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

cantar de amigo








de entre as memórias
que se acendem
mais não apagam
esplendor que se levanta

alva
alvorada


Como num certo hino
de eco
de apelo
à memória

que faz subir 
à tona
da água viva
a própria história

vozes que cantam
que nos erguem e levantam

egregios

que nos falam
de mundos e vidas 
que mais não terminam

e de mares 
que cruzados
mais não acabam

entre as nações
de vivos corações

avançar
avançar

reacender chamas de ilusão
de veraz amor
onde amar não se pode terminar
coração

brado
da vida

o coração
que ruge
de amor

nesse abraço
nesse algo
que tu fazes
que eu faço

existir
é primeiro passo
e os que precedem
e os que nos seguem
são caminho
vivo
a seguir

mundos novos
ao 
mundo

quais marinheiros
que se enfrentam
furacões

passam
cabos

entendendo vida
entre os ultimos
os primeiros
são dignos
são honrados
verdadeiros

ecos que voltam
em frente 
à parede
da revolta

cantos de vida
anunciando o dia

dia novo a seguir
luz de alvorada
ouro fote
assim em nós a surgir

ecos
de vida
que falam
quando mais ninguém parece ouvir

egregios

asas
entre as aragens
verdor e amor e rubor
entre as livres pastagens

sejam as ondas que se erguem e levantam
nos soerguendo
e iluminando

tumuos silentes
entre as proprias mentes
que calem
caidas de branco

sejam as terras 
que nos abraçam

que mais não desmentem
o eco de ilha em continente
assim rezado
assim prezado
assimpor ti
e por mim falado

voltando

contra medos
assim se eguer
entre os versos
 poemas da vida
a nos defender

raios de aurora forte
qual beijos de mãe

que nos guardam
e sustém

das injúrias
das ordens


ledos
quando assim se reler

cada passo
um eco de vida e abraço

um momento de vida a aprender

cada pessoa
que cante e o "doa"
assim se entrega
e a voz do hino
de novo ressoa

as nuvens passam
a vida não
voltam de entre as sombras

te entregam
na imensidão

dessas luzes
por ora ocluídas
sairão as luzes
as 
que se
encontravam 

retidas

luzes das nossas vidas









Anos antes - as CRIANÇAS - MENORES DE IDADE - BLOQUERAM A 2GUSTAV EIFFEL" de Valença- Tui

Protestavam em relação à ANULAÇÃO DA CONSTITUIÇÃO

PAGAMENTOS DE PROPINAS

a GNR de VALENÇA

MOBILIZOU os seus FILHOS
agarrando-os e voando-os pelos ares


ANOS DEPOIS...









Título de fogo - tochas na noite escura

cámaras!
acção!

vivaa rusga!

far west!

fecham as urgênciais?!?!?!

atão - os da politica na sabiam?...

sabiam minha senhora - a questão é que
assim
vem voce pra rua fazer figuras
e os que sabiam
ganham fama...
e LAVAM AS MÃOS...

VER:
O sistema SERGAS - é da GALIZA
que tem ADMINISTRAÇÃO AUTONÓMICA

ver BANDEIRAS E NOTARA FALTA DE BRANCO E AZUL

na "barrinha de "baixo" - vão equivalendo:

o sofrimento das populações, a notícia bombástica e as imagens bombásticas - com informações - ora neutras, ora CONTRADITÓRIAS - ex:
fecham urgencias publicas e falam da BANCA PRIVADA 

voce COME ESTA - de forma "subliminal2 - liga a mensagem do bombástico, liga o que mais quer e ama - com amensagem que lhe pqssam em rodapé - invista na privada...


e nem topa...





Valença desfila pela rua
greve
percentagem
lixo

entendem a "subliminalidade"?

pois são estes "rodapezinhos" tão matreiros
que vão gravando mensagens
quando estamos de coração aberto
e emoção ligada ao canal

agora - IMAGINEM
quantas vezes - actuam«lemnet

nos abrem a aemoção

por guerras, massacres, casos de crianças e mulheres violadas
velhos abandonados

efectivamente - não fazem nada para SOLUCIONAR OU PROMOVER A SITUAÇÃO

VENDEM ESCÂNDALO

os rodapézinhos
esses é que fazem
EQUIVALER
o jogador de futebol X

a equipa feminina y

o banco e as acções que subiram c

com tudo oq ue valorizamos
e sabemos ser VIDA


CONCENTRAÇÃO DE TOCHAS na noite escura 
parte dois

De novo as mesmas "bandeiras, o grito Espanha Espanha" - ecoa no tempo - "não pagaaamos, não pagaaamos2 - gritavam jovens rapazes e raparigas de valença - entre a rotunda "pequenina" e a ponte grande"... até os de cinzento os desalojarem... as contituições e os direitos fundamentais em causa...

Por um ladoos INÁLIENÁVEIS sendoa nulados - pagamento de propinas quando a constituição fala em gratuitos
+por outrolado - tv. circo de média, pessoas a gritarCONTRACENSOS -
os politicos já sabiam -e arranjam forma de "chupar câmara" - atenção, favor  evotos da populaça que votaram ao "ostracismo"

ALGUÉM EXPLICOU:

QUE HOSPITAL era ANTES - na santa casa

que o CNTRO DE SAÚDE É UNIDADE DE PRESTAÇÃO DE CUIDADOS DE SAUDE PRIMÁRIOS

que as URGÊNCIAS SÃO ESPECIALIDADE

que necessitam FORMAÇÃO REGULAR E CONTÍNUA CREDITADA PELO INEM
sobre SUPORTE BÁSICO E SUPORTE AVANÇADO DE VIDA

que devem ter
CURARIZANTES, SABER COLOCAR SONDAS ENDOTRAQUEIAS, SABER UTILIZAR MONITOR DESFIBRILHADOR EM CASO DE PARAGEM...

e quantas pessoas - que trabalhavam nas "urgencias" - EFECTIVAMENTE2 - estavam CREDITADOS
ou CREDITADAS - LEGAIS - com cursod e RECCLAGEM FEITO DE TRES EM TRES NAOS - para esta VALENCIA?


EXPLICOU ISTO A ALGUÉM?

ANTES?....






o líder da manif - entidade ligada à comunicação social, quem chama o canal priv... aquelas coisas...
já não está por cá... desgraçadamente - as coisas são assim...

vejam o rodapé... por acaso:

mactrading - mac
estãoa ver?
trade

troca
venda
mac

-lembra o quê?
o pato donald?

pagou
salário

aos 
trabalhadores

PERCEBERAM?

o lider
o bom
e o vilão por
baixo
a fazer promoção

e comemos a promoção

o trade
o mac

e o resto...

pequnas coisas da info...
por isso é interesssantes deligar acaixinha mágica durante uns certos momentos

sobretudo - horários ditos
"NOBRES"

QUE ACTUALMENTE - JÁ NEM EXISTEM

não se junta o pessoal á mesa

da dita

CASA PORTUGUESA
que menos de um século depois - sendo do século passado

já é um MITO

QUASE JURÁSSICO

fica otestemunho da "Amália"
para aseverar
sem ofensa
que 
era

verdade...






O apelativo
as bandeiras,o povo que se movimenta, uma causa aparentee nobre
nobree aparente - se tivesse sido a tempo
explicada, dialogada, desenvolvida e assim sustida...

vê-se que a gentese movimenta
queparticipa - à sua maneira
numa praça - forte
acorre
quando a a campaínha dá alerta
e que os lobos andam na certa...

a questão 
é
"o timing"...

deslocando-se tarde
chegam a seralvo

de chctota do noticiário

"bilhetes de verde e vermelho è venda... se entenda"

no outro lado... está explicado



O apelativo, a mulherdo povo
que é forte
fala a quem vende notícias a cerca da vida
com fumos de algo de "sorte"

desfile de população - diz a comunicação social em rodapé...
a senhora explica e explica
o que lhe vai na alma
o rodapé fala
e a cala

e depois - a nota triste
sobre oque a pessoa insiste:
portugueses ovimentaram - os que passeiam e desfilam - e todos
622 mil euros... na PÁSCOA

informação de página de fundo e rodapé

quando partilhávamos
entravamos em casa uns dos outros
e à mesa
nos sentávamos
sem margem a lucro ou benefício

simplesmente
por estar além de arte e ofício

assim éramos coesos

agora - são os euros
que nos deixam
tesos..




Entre as declarações dos anciões
que de coração
"habelos hailos"

ugências
sem explicações
desaparcem
os anciões
se desvanecem
e na ropezinha
do desfile
fica a noticia
do pezinho
e do entorse do menino

como sempre

o DETALHE

era das esquerdas...

informação
mais do que útil 
em rodapé...



Além das convicções - ismos - existem convenções e constituições com base nas populações
pedra verídica e firme
algo veraz
que se ve 
geração após geração
mesmo para quem não seja muito "perspicaz"


o facto de se levantarem barricadas



entre mil e nove quatro

e mil e nove seis





Mother doesn't know where love has gone 
She says it must be youth 
That keeps us feeeling strong 
See it in her face, that's turned to ice 
And when she smiles she shows 
The lines of sacrifice 
And now I know what they're saying 
When the sun begins to fade 
And we made our love on wasteland 
And through the barricades 
Father made my history 
He fought for what he thought 
Would set us somehow free 
He tought me what to say in school 
I learned off by heart 
But now that's torn in two 
And now I know what they're saying
In the music of the parade 
We made our love on wasteland 
And through the barricades 
Born on different sides of life 
We feel the same 
And feel all of this strife 
So come to me when I'm asleep 
We'll cross the line 
And dance upon the street 
And now I know what they're saying 
When the drums begin to fade 
We made our love on wasteland 
And through the barricades 
Oh, turn around and I'll be there
There's a scar through my heart
But I'll bare it again 
I thought we were the human race 
But we were just another border-line-case 
And the stars reach down and tell us 
That there's always one escape 
I don't know where love has gone 
And in this trouble land 
Desperation keep us strong 
Fridays child is full of soul 
With nothing left to lose 
There's everything to go 
And now I know what they're are saying
It's a terrible beauty we've made
So we make our love on wasteland 
And through the barricades
Now I know what they're are saying
as hearts go to their graves

we made our love on wasteland 
And through the barricades.


LEMBRAR QUE
A LINGUAGEM UNIVERSAL
NOS UNE

que algo
"aparente"
o transcendete
está vbem
à tua frente
 separa
define
empara

 apelos mais graves
de quem cantava
e falava
com palavras de amor
nos dizia
rezava

sem ser de ideologia 
definida

amava

assim se trespassavam

as barreiras
as barricadas

assim se teciam
fios novos
e
assim os fios 
devid@s
se entrançavam

saber que a coincidência

assim se expressava

 num lugar
parecia
que oprimia
e no outro
"lado"
do mundo
assim se cantava

que @ amar
e a vida
assim se sobrepunham

nem se impunham
nem vergavam
dançavam
e em silencio
se entrelaçavam

cantavam jovens
quando vozes de jovens se apagavam

quando uns gritavam
que aprendiam
e outros diziam
que não pagavam

assim traduzido
este algo
que se mantém
unido
se faz
qual coro de linguagem silente
presente 
entre o mundo dos "pobres"

grandes gentes
gigantes
disfarçados
gritam e berrame catam
e encantam
por todos os lados

essa água que flui
e berra e grita
e se transforma

assim em palavra
de gente
em nós redobra
eco de tambor de amor
que fala de exércitos
e de canhões
transformados nos corações dos simples
feitos qual orações



que o sentem
que @ sentem

O discurso
estridente
levanta ou espanta 
agente

o apelo
que fala

que ergue e alimenta
às gentes
mais não acaba
que mais não mente
se encontra além do ser
se
inteligente

é
esse
que
reacende

luzes de esperança
coragem
prende
de onde
não se compreende...

ofundas raízes
de novo
qual viva vida que assim se chama
e que assim
também por nós clamachama



eplendor que se levanta

alva
alvorada


Como num certo hino
de eco
de apelo
à memória
que faz subir
tona
da água viva
a própria história



destrançar estes nós
entrelaçar quem somos 
verdadeiramente nós



é algo qual poesia cosão soldados
apaixonados

"ahhhhhh corações
bum bum - contra cabrrente
qual água de vida
assim resguardada
sentida
prezada

viva entre a própria gente
que a vive
a respira
e assim não desmente

diz vida



Quem canta
escreve hinos

ama

sente a vida
dentro dos próprios sinos

(egregios)

"Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou

 como o sino que tine."

1 Coríntios 13:1





sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

MENS AGEM - Patrimónios de Humanidades


quanto tempo a olhar
além do mar
sem te ver
sem te tocar
sem te perceber

da tua ditosa idade
da grande e estremosa saudade

do ser que anuncias
da luz que alumias
com o teu ser de Mulher

és menina e moça
és livre e fermosa

és a luz maior
que se acendeu
uma luz que é tua
que mais ninguém te deu...









os 
OLHOS
requerem
OLHOS

e os 
CORAÇÕES
CORAÇÕES

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Casa do Vento


Nau dos sonhos
dos Homens
que VOGAM
´na imensidão

que navegam mar de sonho e sentimento
de coração em mão...

de irmão a irmão se saudam
entre as névoas e noites mais escuras

encontram a sua vocação
o grão
assim deixado
semente de vida
em vida
vinho agreste
qual agua pura
partilhado..






Somos filhos da madrugada
Pelas praias do mar nos vamos
À procura de quem nos traga




na madrugada
luz crara



nem que os ventos zoem
e as pedras se elevem
haverá sempre uma candeia
que lembrem



esconde a sua identidade

Verde oliva de flor nos ramos
Navegamos de vaga em vaga
Não soubemos de dor nem mágoa
Pelas praia do mar nos vamos
À procura da manhã clara



que fala com saudade
de umaé de outra cidade
dos linhos
desses estranos fados
dos filhos
de laços entrelaçados...









Lá do cimo de uma montanha
Acendemos uma fogueira
Para não se apagar a chama
Que dá vida na noite inteira
Mensageira pomba chamada
Companheira da madrugada
Quando a noite vier que venha
Lá do cimo de uma montanha



acolher
com saudades
o que se ama
que se estende´verde
bem ao nosso lado
que aponte a este
ou oesteóu a outro
qualuer fado
seja estrano
seja incipiente
seja carente
esse norte
desde sempre
de verde
e oiro
coroado...




Onde o vento cortou amarras
Largaremos p'la noite fora
Onde há sempre uma boa estrela
Noite e dia ao romper da aurora
Vira a proa minha galera
Que a vitória já não espera
Fresca, brisa, moira encantada
Vira a proa da minha barca.







nem sei que te diga
nem como to contar
seique foste de alto abaixo
de baixo a alto
e nem saiste 
desse teu
seu lugar...


casa de vento
roseira brava
não haverá triste sorte
nem fado
nem morte...


segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

São Rosas de Esperança, são Rosas de vida até a onde a viata alcança... Rosa são senhor - de liberdade em tom criança - livres por dentro e, por fora faróis de amar com temperança

“São Rosas meu senhor”: com D. Dinis e D Isabel fizeram uma ordem conjunta.

Entre obediências directas ao papado e obediências directas à coroa, entre cavalo e cavaleira – como as alas dos namorados em certas alas de guerra, como se explicam as pequenas “rivalidades” que os escoceses especulativos” descobriram depois da “maioridade”…


Sendo a Rosa de albarda –a Rosa do Cálice, a Rosa Lusitana – a que sobrou dos carvalhos e carvalheiras… sendo esta curativa e benéfica e também algo perigosa se quem a pr«egar não o fizer da melhor maneira…

Se vemos “Padeiras” se erguendo entre “Aljubarrota”- onde pelo militar – a força do povo também derrota – Madressilvas ao vento e ao luar – flores de namoradas – sem namorar;
Se vemos “Deu-la Deu” em Monção – pães a multiplicar – será danada a questão, será milagre de opção – será “OR ACÇÃO” – acção dourada – encontrara solução onde esta parecia “trancada”?...
Uma pequena coisa para meditar – os “pães” que ela trazia – cuidando pobres – eram pães quais “ázimos”, que em Janeiro Sangrem, qual lendas de Monte “Cebreiro” que o mesmo nos cantem

– que em épocas de “enfermidade” – tantas mãos quais “enfermidades” são, mãos para cuidar e prevenir e “recuperar” quantas se tenham deixado ir – lentamente ou devagar;

Em épocas de “servidão”, - ao medo, à duvida e à incerteza – à sempre quem diga – com força e capaz ser – e desenvolver a judar – com boas linhas de pensamento e opção – de novo a recuperar.
Épocas nas que nem novos nem velhos se possam deslocar – entre a fria invernia – ao lugar a “congregar”.
Uns – de coroa – pensam – em juntar e salvaguardar – e reordenar e reformular terreno, ordens, interução e militar para proteger e salvaguardar – outros… silentes – passam… ventre prenhe de graças… e vão… suavemente deslizando – frente da coroa passando – e assim distribuindo e chegando onde já de lá não se podia sair…
São rosas meu senhor – “não tinhades vos de ir aonde queirades ir?”... são ROSAS de amor e vida – seguindo linhas para revitalizar – as gentes e  os povos – cada qual em seu lugar.. são Rosas meu senhor – vós” por elas” – entre trovas e velas – nós por elas entre portas, caminhos e janelas.. caminhando na noite escura – brilham luzes que passam… a santa companhia – que brilha e que se esvai –q eu se conta depois a meninos e meninas – que calem – que são bruxas e são horrores – meigas são senhor, meiguinhas de encantar – para quem as sabe e as vê… horrores para quem lhes digam e a quem lhes forem assim contar…
 –que deixam junta às portas os seus melhores primores -  são Rosas meu senhor – Rosas são – em épocas de opção:
Uns seres de astros coroados, de saber fazer e ordem – ordenados..
outra silente… suavemente…  entre as gentes… mantendo os rebentos sagrados – assim, entre os campos bem aconchegados;
 – mula… qual burrinho a caminho… e se santiago fora adivinho:
– Santiago aqui protegido – seja pela espada guardada – seja pela luz de vida – velada
– com zelo e desvelo – algo nunca mais contado – como a ordem do outro lado – a ordem também assumida com gesto sagrado – era assim entre o povo… coroada – são Rosas senhor… mais nada…
Nesse “Inverno” de Estio, de pura flor vestido… nesse estranho “brilo”... canta o cisne e se soergue das águas… canta o grilo calor de asas…
Dai em Janeiro – a senhora – vestida de nada – qual tola- procurando os sem abrigo – entre rios de gente – em seu caminho.
Fica rei em seu castelo, ordenando – comandando o de mais belo… e a senhora demula se esvaía – santa a – senhora - a santiago depois ia… e se esquecia enquanto a sua mula mujia…

Ente as desordens se impunha – nem por força de armas nem cunhas… se colocava entre os da “batalha” e entre estes cravava a flor mais singela – o sentido da vida – fazendo via entre águas em calma – que se agitam por dentro esse mostram por fora d’alma…

Amparando por amor – com suas próprias mãos ser “melhor” – qual rosa esvaída entre espinhos esquecida – qual madrugada – alvorada de vida – assim de novo sendo reerguida;
Horas da nova alvorada – tão frias e de tal forma veladas – que as sombras parecem ser dia – e os sinistros ministro s ainda não se alumiam…
 – nas que se exige a verdade – tal qual agora – senhoras ministras de comunhão – em vez de concentrar quem já não pode, num pedaço de pedra:
 – lá longe – ia a própria Rainha- distribuir PÃO – a quem precisava.

Seja sua tia – grande senhora da Hungria, seja alguém entre montes de Leão e Lugo, seja a rainha mais santa- que estando atenta – sabe e ouve tudo e com mula entre os montes se lança… e aia que não se veja – qual velha – traz de novo a espr’ança.

São Rosas meu senhor – são Rosas
– “Em Janeiro?!?!” diz a coroa primeiro… depois recapacita – rei agricultor, de ordens mediador e de santiago comendador, plantador de pinheiros para guardar as costas…
Recapacita além do que vês e gostas… que faz povo se tanta “universitas” lhe dás
– se não tiver “Pão no Inverno” – na NOITE MAIS ESCURA que fará?
Sairão cavaleiros de ordenes puros e derradeiros para acalmar – as marés de tempestade – quando entre as mares vêm águas e verdade – que farás… que fará teu ser de povo que assim proteges e salvaguardas – para que servira tua força alambardada?...

 – roubará… se esvairá para Leão ou Castelã – virá à porta da tua chancela – pedir o que é seu?
Estará mais perto da “Nobreza” de quem lhe assume realeza – do que a própria coroa que nem se precate:
 – que o frio e cru Janeiro – entre os montes – quem não pode mover, se quem esperança não tem – assim em abismos abate?...

Duas Ordens meu senhor – ide!

Se assim “quiserdes”… ide!... velas ides depois renascer…
Eu vou – de mula – como dantes – distribuir teu pão…  tal como dantes se ousava assim também fazer…
Vós pelos castelos as ordenes e os segredos:
– eu a céu aberto – qual rosa no Inverno – entre os espinhos – revivendo… de entre o espinhos renascendo…




vem além da ordem do sim.... que é não
vem, para perto da tua central razão

vem para perto do fulcro anterior
para perto do teu ser
maior

vem para perto de essa digna emoção
para esse sentir de vida 
 plenitude e verdade
em coração 
em coragem
mais além idade

tu vem - que já o tens em mão

ti vem - que já o sentes... 
de irmão... 
a irmão...

o sabes






Eu vou meu senhor – são rosas como vedes – que sangram intempéries. Tempos de tempestade – eis a coroa viva – eis a coroa de verdade…

Verde, verde seguiu – nem em Maio – nem em Abril… viu
-se fora qual uma “viúva contente” – espalhando rosas entre toda a gente…

Duas ordens se receberam – qual delas a melhor:
– uma para as gentes do povo… entre outras, para “gente maior”…



nem a estrema do patriarcado, nem a estrema dooutro lado, nem as damas - que em burras- valorosoas - se fizeram èsetrada - ofertando pão gerando rosas...
tal comoutrro - outrém- que deburra entrava em jerusalém... desgarrava sacerdotas e levitas e se retirava em medeiro - sem nada de ordemou comendo ou comandita...




São Rosas meu senhor… são Rosas… Rosas por mar de amar – Rosas por Mar de Amor
Rosas por devoção – de terra de brio…raiz e chão…
Rosas de verde estrelado – Rosas qual olhos que moram lado a lado…

Emergirão qual um dia – qual suave e silente… qual forte melodia
Essa que emerge de oceanos
Qual fados
Se ouviam um dia
Que o céu desceu e se fez águas
E dentre as aguas de novo alumia

E das terras mais verdes e fermosas

Brotarão Rosas… brotarão Rosas…



quando avistei
ao longe
esse ilha
verde
de esperança tingida
de pedra firme
erguida
lembrança
da nossa vista
e imagem
e coragem
compatida
mais não dividida
reencontrada
entre pilares e estrelas
que estão mesmo aqui
ao lado
por dentro
luz nova de alvorada