... definir-te é reduzir-te...
quarta-feira, 26 de março de 2014
Uma versão para cada pessoa... além da linguagem.. a arte e a estética do reflexo... vivo... em ti...
... definir-te é reduzir-te...
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
ECOS
Que a vida precisa
De espaço
Que o espaço não é correr
Sem sentido
Num mundo de ecos preenchidos
Por luzes e cores de néon…
Que os lugares
Mágicos
Vazios
Estão
É como andar devagar
Num mundo de ecos
preenchidos
Por luzes e cores de
néon…
Pelas vozes de meninos
De crianças
De grandes
Gestos
Humanos
Vestidos
Em volta
Do mesmo lugar
Que os
lugares
Mágicos
Vazios
Estão
No centro
Do coração…
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Na terra inteira... o céu e o mar...
Quem inventou a natureza
Devia ter tamanha certeza
De ser de outro mar
Que creu
uma chama acendeu
Iluminando a vida
Que se encontrava
Despida
Neste precioso
Preciso
Conciso
Lugar
especial
Quando vêm os AMIGOS de sempre
Mesmo quando os queiram parar
Quando as raízes da fome
Da emigração
De conhecer o mundo inteiro
Mesmo antes de “colón”
Nos façam reunir
Unir
E ficar
Irmãos seremos
Pois irmãos somos já
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
De costas Voltadas
Sinais de ESPERANÇA... algures na noite
algo por dentro se alcança...
“DE COSTAS VOLTADAS
Muros partilhados
recursos
limitados
limites
que se desfazem
se quiserem
os que os
...
NÃO SE VÊ O FUTURO
Algures uma esfera... uma bala
que congrega
poderia estar
em um lugar COMUM
NEM O RUMO DA BALA
Algures um teatro... poderia ser qualquer um...
NEM A FALHA NO MURO”
"Quem me leva os meus
fantasmas, Pedro Abrunhosa"
Uma pequena falha
num cienema
que se esquece
algures neste vale
uma casa
que arrefece
mais de perto
o que nos une
pode ser aquilo
que antes separava
carências comuns
corações que esperam
uma forma
verdadeira
de ser pontes
de luz...
Falha no muro
de um teatro qualquer
algures
para toda a gente ver...
Algures num muro... Tui
Cada pessoa espera
que o mundo seja
uma meta sincera
para isso
importa
que a vida
seja
intensa
na meta
concreta
que almeja
Algures num poço...caminho de santiago...
Poços profundos
que é necessário vedar
Fossos antigos
que é preciso sarar
algures num bairro...
Ver distâncias
sempre longe
sentiar a ândia
de estar
onde...
o trabalho chama
a colaborar
no outro lado do mundo
neste mesmo lugar...
Algures um chão esburacado
depois de um trabalho
de mão
de muitas mãos
de tábuas
e coração...
Timor Lorosae
"de costas voltadas
não se vê o futuro
nem o rumo da bala
nem a falha
do muro"
fantasmas
que JUNTOS
podemos
banir
Um chefe de aldeia...
ajuda entre crianças...
areia... cascalho... baldes de água
que trazem pés descalços...
entre o vento
e a spessoas que colaboram
um grito maior clama
o que a vontade chora...
se eles podem
com os meios
que te possa
a vida
dar
ou aquilo
que tu possas sentir
porque não
nós?
porque nós
não?
Tui - teatro... algures
necesita
um pouco de algo...
(caminho de santiago... canecillos de um lugar esquecido
um terreno "olvidado")
uma palavra
a mesma ilusão
uma vontade
colaboração
Recursos e barreiras...
pedras antigas que podiam ser as primeiras...
Valença
por detrás das redes
existe algo
que a vontade concede
algo simples
de se fazer
algo concreto
que pode acontecer...
Quem poderá...
começar
a fazer rodar
o que temos
em comum
para partilhar?...
recursos comuns
crianças
que ficam sem escolas
pessoas idosas
além da memória
lugares a vagar
para quem os quiser
ocupar
se é o interesse particular
esmorece a vida
neste lugar
como folhas secas
tudo se esvai...
no entanto
háalgo mais a esperar
entre o mundo que se dissolve
há sempre Primavera
a voltar
Flores de primavera à beira do muo de um lar
Dezembro de 2013...
Folhas de outono à beira de um recurso a vagar
- Dezembro de 2013...
Estruturas adjecentes
seres
a complementar...
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
Formas novas de nos ver e olhar
Em conjunto
No mistério de um segundo
Sinergias, entrelaçar vias
Melhorar
Quando as moedas de troca nos trocam
As voltas do viver e amar
São tempos nos que vale apena
Parar, Ponderar, orientar o olhar
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Amor, Opção, Dedicação... Entrega de Vida Inteira
VOCAÇÃO DE AJUDA
"Juro por Apolo Médico, por Esculápio por Higí por Panaceia e por todos os Deuses e Deusas que acato este juramento e que o procurarei cumprir com todas as minhas forças físicas e intelectuais,
Honrarei o professor que me ensinar esta arte como os meus próprios pais; partilharei com ele os alimentos e auxiliá-lo-ei nas suas carências,
Estimarei os filhos dele como irmãos e, se quiserem aprender esta arte, ensiná-la-ei sem contrato ou remuneração.
A partir de regras, lições e outros processos ensinarei o conhecimento global da medicina, tanto aos meus filhos e aos daquele que me ensinar, como aos alunos abrangidos por contrato e por juramento médico, mas a mais ninguém.
A vida que professar será para benefício dos doentes e para o meu próprio bem, nunca para prejuízo deles ou com malévolos propósitos.
Mesmo instado, não darei droga mortífera nem a aconselharei; também não darei pessário abortivo às mulheres.
Guardarei castidade e santidade na minha vida e na minha profissão.
Operarei os que sofrem de cálculos, mas só em condições especiais; porém, permitirei que esta operação seja feita pelos praticantes nos cadáveres,
Em todas as casas em que entrar, fá-lo-ei apenas para benefício dos doentes, evitando todo o mal voluntário e a corrupção, especialmente a sedução das mulheres, dos homens, das crianças e dos servos,
Sobre aquilo que vir ou ouvir respeitante à vida dos doentes, no exercício da minha profissão ou fora dela, e que não convenha que seja divulgado, guardarei silêncio como um segredo religioso,
Se eu respeitar este juramento e não o violar, serei digno de gozar de reputação entre os homens em todos os tempos; se o transgredir ou violar que me aconteça o contrário."
Darei aos meus Mestres o respeito e o reconhecimento que lhes são devidos.
Exercerei a minha arte com consciência e dignidade.
A Saúde do meu Doente será a minha primeira preocupação.
Mesmo após a morte do doente respeitarei os segredos que me tiver confiado.
Manterei por todos os meios ao meu alcance, a honra e as nobres tradições da profissão médica.
Os meus Colegas serão meus irmãos.
Não permitirei que considerações de religião, nacionalidade, raça, partido político, ou posição social se interponham entre o meu dever e o meu Doente.
Guardarei respeito absoluto pela Vida Humana desde o seu início, mesmo sob ameaça e não farei uso dos meus conhecimentos Médicos contra as leis da Humanidade.
Faço estas promessas solenemente, livremente e sob a minha honra.
sábado, 9 de novembro de 2013
OSTIAGADAS
Astiagadas…
Como- agora – qualquer Português de classe média baixa
(somos – praticamente – TODOS os bons portugueses… os que
não entendem de maroscas bancárias e nunca têm bem dinheiro para chegar
folgados ao fim de mês)
tem TAMBÉM de ser POLICIADO pelas suas próprias autoridades,
pelos vizinhos desde séculos irmanados que sempre fomos – Galegos e os deste
lado:
agora feitos Gregos e Troianos…
agora feitos Gregos e Troianos…
pelos “mérdia” afastados:
ARMA DE DESINFORMAÇÃO MASSIVA
pequenos gatunos disfarçados
grandes lucros sem medida
dispondo meios e fundos crassos
que para outros eram ditos como escassos…
pequenos gatunos disfarçados
grandes lucros sem medida
dispondo meios e fundos crassos
que para outros eram ditos como escassos…
São manobras de ocasião
de um sistema em despedida
terras nas que a razão
mora no poder sem brida
todos na mesma forma vão
com igual conta peso e medida
onde unidos n’amérdia estão
sem educação, saúde e justiça
onde se gera a suspeição
pelo terrorista de ocasião
de vidas per feitas
em cantares ocos
em cacos desfeitas
de um sistema em despedida
terras nas que a razão
mora no poder sem brida
todos na mesma forma vão
com igual conta peso e medida
onde unidos n’amérdia estão
sem educação, saúde e justiça
onde se gera a suspeição
pelo terrorista de ocasião
de vidas per feitas
em cantares ocos
em cacos desfeitas
Assim sendo – fica O DETALHE:
Procura-se todo e qualquer Português
suspeito de andar a MONTE
na PROVÍNCIA de PONTEVEDRA…
Seremos uns Milhares
dia sim
dia não...
Se assim os humilhares
Quantos restarão?...
Manobras discretas
Gentes secretas
Confusão na certa
desinformação
Quantas mais parvalhadas
teremos de aguentar
até que a coisa se comece
em verdade a se notar?
Assim:
suspeito de andar a MONTE
na PROVÍNCIA de PONTEVEDRA…
Seremos uns Milhares
dia sim
dia não...
Se assim os humilhares
Quantos restarão?...
Manobras discretas
Gentes secretas
Confusão na certa
desinformação
Quantas mais parvalhadas
teremos de aguentar
até que a coisa se comece
em verdade a se notar?
Assim:
Por favor – fiquem atent@s
(ou seja – OLHEM PARA ONDE LHES MANDAM OLHAR):
(ou seja – OLHEM PARA ONDE LHES MANDAM OLHAR):
a qualquer SUSPEITO@
que ande com aspecto estranho
(empobrecido o corpo e alma)
será de certo o culpado
pelo mal que a coisa anda
culpado é se não trabalha
culpadoé se fala
se cala culpado é
se não nasceu na vizinhança.
culpa do vento que passa
culpa da chuva que arrasa
culpa do sol que desponta
culpa do tempo q'não volta
culpa dos que estão por chegar
culpa dos que vão devagar
culpa dos que dizem sem falar
culpa dos que se estão a ca7ar
(e esses algum dia também o serão
por falta da tal "cooperação"...
amizades, pactos e alianças
que custam caro a quem os abraça)
que ande com aspecto estranho
(empobrecido o corpo e alma)
será de certo o culpado
pelo mal que a coisa anda
culpado é se não trabalha
culpadoé se fala
se cala culpado é
se não nasceu na vizinhança.
culpa do vento que passa
culpa da chuva que arrasa
culpa do sol que desponta
culpa do tempo q'não volta
culpa dos que estão por chegar
culpa dos que vão devagar
culpa dos que dizem sem falar
culpa dos que se estão a ca7ar
(e esses algum dia também o serão
por falta da tal "cooperação"...
amizades, pactos e alianças
que custam caro a quem os abraça)
SUSPEITE do estranho:
Aquele ao que
– antes –
oferecia um copo de leite
e um pedaço de pão
se o via na sua porta
sem ter um tostão…
– antes –
oferecia um copo de leite
e um pedaço de pão
se o via na sua porta
sem ter um tostão…
Desconfie e informe:
Acuse assim injustificadamente...
DESINFORME!
DESINFORME!
e
COLABORE!...
Seja b@m cidad@o!...
dê uma estalada
no ser humano
seu irmão!...
Tudo claro
frio
e estipulado
dê uma estalada
no ser humano
seu irmão!...
Tudo claro
frio
e estipulado
Espie com JUSTA CAUSA!
(seja já um mini membro d'aOsTia!)
procure agora,
na própria casa…
para que "vilão"
seja o vizinho de então
agora fulano ou fulana
apenas gente que passa
o amigo que afinal não era…
galã como na telenovela…
o marido que afinal traía…
tinha que ter culpado
para a tragédia do dia a dia…
de ser em própria terra escravo
verdade e mentira vazia
o mundo é como é...
não há nada mais a fazer
pouco mais há a dizer
pois é assim que se vê..
como sempre foi e é
assim seja na T... B...
(seja já um mini membro d'aOsTia!)
procure agora,
na própria casa…
para que "vilão"
seja o vizinho de então
agora fulano ou fulana
apenas gente que passa
o amigo que afinal não era…
galã como na telenovela…
o marido que afinal traía…
tinha que ter culpado
para a tragédia do dia a dia…
de ser em própria terra escravo
verdade e mentira vazia
o mundo é como é...
não há nada mais a fazer
pouco mais há a dizer
pois é assim que se vê..
como sempre foi e é
assim seja na T... B...
quem
ESTAVA ERRADO
NUNCA ADMITIA
contrata e cria
QUEM
a tal
A TIA:
ESTAVA ERRADO
NUNCA ADMITIA
contrata e cria
QUEM
a tal
A TIA:
que era
como a Dona Branca
mas da mentira vazia...
a que se lava e se paga...
a vender a gente escrava
entre o escuro negócio
como a Dona Branca
mas da mentira vazia...
a que se lava e se paga...
a vender a gente escrava
entre o escuro negócio
ninguém a lucrar saía...
A TIA:
A TIA:
"Nós – os da MENTIRA PARVA
– damos e controlamos os meios –
os da informática; doutrina barata
caixa parca, de valores escassa...
manipulamos a sua visão, não custa nada
– damos e controlamos os meios –
os da informática; doutrina barata
caixa parca, de valores escassa...
manipulamos a sua visão, não custa nada
do mundo,
da gente
e de tudo o que antes
era verdadeiramente…
nós prometemos fazer sabão...
da sua vida, outrora garrida
um grande e obscuro "NÃO!...
da gente
e de tudo o que antes
era verdadeiramente…
nós prometemos fazer sabão...
da sua vida, outrora garrida
um grande e obscuro "NÃO!...
PRESTIDIGITAÇÃO…
o Mundo segue o mesmo…
as pessoas que assistem também…
o Mundo segue o mesmo…
as pessoas que assistem também…
apenas alguém olhou para o lugar errado
e – num segundo desastrado –
um coelho do buraco saltou
nação de livres escravos
onde outrora havia pão…
Agora todos o podem ser!
magos, profetas
o que lhes apetecer
todos cada vez mais atados
mais livremente escravos:
vira-se assim o bico ao prego
tudo feliz sem lar ou aconchego
serão de máquina salão de degredo
todos juntos n'amérdia em segredo
o que lhes apetecer
todos cada vez mais atados
mais livremente escravos:
vira-se assim o bico ao prego
tudo feliz sem lar ou aconchego
serão de máquina salão de degredo
todos juntos n'amérdia em segredo
"basta ter acesso à nossa loja de desinformação barata…
pague com carácter pois o que fabricamos faz falta !
pague com carácter pois o que fabricamos faz falta !
compre uma engenhoca que a personalidade mata…
por três tostões vendao seu tempo, o corpo e a alma…
o vizinho,
o amigo…
o primo, o carinho
qualquer coisa serve
se se tiver lata…
o primo, o carinho
qualquer coisa serve
se se tiver lata…
Fica o detalhe da “Tia” a curtir o gerir o sistema de
DESINFORMAÇÃO:
Espalharam de tal forma o medo nos canais de comunicação
–
fazendo ver no ser honesto o tal "Vilão"
(procurar termo para ver significado)
–
que lhes sai o tiro pela culatra
(ou talvez não...
está na tua e na minha...
na nossa mão
de irmãos:
(ou talvez não...
está na tua e na minha...
na nossa mão
de irmãos:
Hoje era dia de Feira em Cerveira...
ponte de :
AMIZADE
estava cheia…
de nada….
Aguarda!…
os que desconfiam,
os que espiam
estão n´outra…
os que espiam
estão n´outra…
Em Valença há sempre a espera…
em Tui a sensação de
segurança…
vêm de ter polícia á porta
a ver a gente que passa…
tudo à paisana…
tudo gente disfarçada…
tensões dos milhões
que parecem comprar
o sangue que nos
une
e ata...
DESCONFIANÇA:
fazendo fracos dos FORTES…
destruindo laços
da gente que se abraça
(va)…
da gente que se abraça
(va)…
Histórias e manobras
dos filhos da Tia
em terras Galas…
dos filhos da Tia
em terras Galas…
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