quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Coincidências
Estando a pesquisar interesses vários de gentes distantes dei por mim sem televisão por se ter esta desligado...
Estando a pesquisar sobre sonhos e empresas fascinantes, dei por mim sem internet para dar azo aos devaneios...
Estando à espera de ter despertado, dei por mim a meditar acerca da pilha que se tinha desgastado...
Conclusão:
Pesquisa menos e segue os preceitos... coisas electromagnéticas são complexas de gerir
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Chá de urtiga e cheiro a formiga
"E vinha a senhora - com a sua URTIGA em mão... e tanto "chá" de urtiga nos dava - que terminávamos todos no caixão...
Até que um dia à tarde... Sol vermelho a raiar o ar... decidimos deixar de ser lestos e as piras começamos a incendiar...
Todo aquele que se fosse - iria com respectiva atrás...
E começou a ver-se que muita coisa - como o ácido fórmico que formiguinha trazia pra dentro do rapaz - ficou pendurado nas águas dos chás, nas frutas que se comia e até naquilo que se bebia - não fosse o moço ficar pirado e deixar de lado todo o mundo que - até à pouco tempo - tanto adorara explorar..."
Retalhos de uma história esquecida - ou como o armistício impossível consumiu a história verídica do que uns e outros faz8iam para se manter a Imparar...
Perguntem ao moço das traves - aquele que vende pregos e planta padres - se não foi ele o tal que comandou tropas contra a ditadura do semi-deus imortal...
Um abraço...
Até que um dia à tarde... Sol vermelho a raiar o ar... decidimos deixar de ser lestos e as piras começamos a incendiar...
Todo aquele que se fosse - iria com respectiva atrás...
E começou a ver-se que muita coisa - como o ácido fórmico que formiguinha trazia pra dentro do rapaz - ficou pendurado nas águas dos chás, nas frutas que se comia e até naquilo que se bebia - não fosse o moço ficar pirado e deixar de lado todo o mundo que - até à pouco tempo - tanto adorara explorar..."
Retalhos de uma história esquecida - ou como o armistício impossível consumiu a história verídica do que uns e outros faz8iam para se manter a Imparar...
Perguntem ao moço das traves - aquele que vende pregos e planta padres - se não foi ele o tal que comandou tropas contra a ditadura do semi-deus imortal...
Um abraço...
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
"A Nobre Lusitania, os brazos tende amigos" - "Os Pinos" - Hino nacional Galego
(mapa Francês das Linhas de defesa do Minho - Cerveira Tominho)
Quando os Franceses procuraram penetrar o NORTE - encontraram as mesmas linhas de defesa que - desdetempos imemoriais - nos fazem ser uma só naçom... as linhas entre Tominho e Cerveira eram as mesmas...
Como sempre - o MESMO POVO galaico-português e o mesmo agressor externo...
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Ser Livre
Quando o ser humano seja livre dos seus algozes... dos "cegos que guiam cegos".... daqueles que nem "entram nem deixam os outros entrar"... de "túmulos caiados de branco" - investindo o seu tempo e dedicação nas fachadas desta vida - mas "cheios de imundície por dentro" - por comerem todas as curvas e contracurvas do caminho sem procurar o caminho recto - então teremos seres humanos capazes...
Um ser humano LIVRE é um ser humano que AMA.
Quando ama, não necessita que lhe digam o que fazer nem como - ele simplesmente É - e, no seu ser, descansa a força para doar de si o melhor para o mundo que lhe calhou modificar para inovar, crescer, iluminar...
Quando a perspectiva acerca da natureza humana mude - e aqueles que orientam, dirigem e condicionam sejam realmente seres com verdadeira FÉ no SER HUMANO INTEGRAL - então deixaremos atrás o trabalho: a escravidão e a tortura que o termo implica - e passaremos a falar de LIBERDADE para ser, fazer consoante o que se ama... consoante o que se É...
E há uma causa - superior aos que se apossam da verdade e do poder - que determina a natureza secreta de cada ser...
Basta que - cada um - lentamente e por si, nestes tempos incipientes - vá descobrindo O QUE É, o seu VERDADEIRO NOME e QUE VEM AQUI FAZER;
Até breve.
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
A Portuguesa: dois hinos uma mesma forma de cantar...
Data: 1890 (versão original)[5]
Letra: Henrique Lopes de Mendonça
Música: Alfredo Keil
Letra: Henrique Lopes de Mendonça
Música: Alfredo Keil
I
Herois do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memoria,
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela patria lutar!
Contra os Bretões
marchar, marchar!
II
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela patria lutar!
Contra os Bretões
marchar, marchar!
III
Saudai o sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal do resurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injurias da sorte.
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela patria lutar!
Contra os Bretões
marchar, marchar!
Herois do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memoria,
Oh patria ergue-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela patria lutar!
Contra os Bretões
marchar, marchar!
II
Desfralda a invicta bandeira,
À luz viva do teu céo!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu!
Beija o teu sólo jucundo
O Oceano, a rugir de amor;
E o teu braço vencedor
Deu mundos novos ao mundo!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela patria lutar!
Contra os Bretões
marchar, marchar!
III
Saudai o sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal do resurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injurias da sorte.
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela patria lutar!
Contra os Bretões
marchar, marchar!
A NOSSA NAÇOM
Os Pinos.
(Himno galego)
¿Qué din os rumorosos
na costa verdecente
ao raio transparente
do prácido luar?
¿Qué din as altas copas
de escuro arume arpado
co seu ben compasado
monótono fungar?
Do teu verdor cinguido
e de benignos astros
confín dos verdes castros
e valeroso chan,
non des a esquecemento
da inxuria o rudo encono;
desperta do teu sono
fogar de Breogán.
Os bos e xenerosos
a nosa voz entenden
e con arroubo atenden
o noso ronco son,
mais sóo os iñorantes
e féridos e duros,
imbéciles e escuros
non nos entenden, non.
Teus fillos vagorosos
en que honor soo late,
a intrépido combate
dispondo o peito van;
se, por ti mesma, libre
de indigna servidume
e de oprobioso alcume,
rexión de Breogán
Amor da terra verde,
da verde terra nosa,
acende a raza briosa
de Ousinde e de Froxán;
que aló nos seus garridos
xustillos, mal constreitos,
os doces e albos peitos
das fillas de Breogán;
que á nobre prole insinen
fortísimos acentos,
non mólidos concentos
que ás virxes só ben están;
mais os robustos ecos
que, ¡oh, patria!, ben recordas
das sonorosas cordas
das arpas de Breogán.
Estima non se alcanza
cun vil xemido brando;
calquer requer rogando
con voz que esquecerán;
mais cun rumor xigante,
subrime e parecido
ao intrépido sonido
das armas de Breogán.
Galegos, sede fortes,
prontos a grandes feitos;
aparellade os peitos
a glorioso afán;
fillos dos nobres celtas,
fortes e peregrinos,
luitade plos destinos
dos eidos de Breogán
Eduardo Pondal
http://www.himnogallego.com/ospinos_espanol.htm
(Himno galego)
¿Qué din os rumorosos
na costa verdecente
ao raio transparente
do prácido luar?
¿Qué din as altas copas
de escuro arume arpado
co seu ben compasado
monótono fungar?
Do teu verdor cinguido
e de benignos astros
confín dos verdes castros
e valeroso chan,
non des a esquecemento
da inxuria o rudo encono;
desperta do teu sono
fogar de Breogán.
Os bos e xenerosos
a nosa voz entenden
e con arroubo atenden
o noso ronco son,
mais sóo os iñorantes
e féridos e duros,
imbéciles e escuros
non nos entenden, non.
Os tempos son chegados
dos bardos das edades
que as vosas vaguedades
cumprido fin terán;
pois, donde quer, xigante
a nosa voz pregoa
a redenzón da boa
nazón de Breogán.
Teus fillos vagorosos
en que honor soo late,
a intrépido combate
dispondo o peito van;
se, por ti mesma, libre
de indigna servidume
e de oprobioso alcume,
rexión de Breogán
Á nobre Lusitania
os brazos tende amigos,
ós eidos ben antigos
con un punxente afán;
e cumpre as vaguedades
dos teus soantes pinos
duns máxicos destinos,
¡oh, grei de Breogán!
Amor da terra verde,
da verde terra nosa,
acende a raza briosa
de Ousinde e de Froxán;
que aló nos seus garridos
xustillos, mal constreitos,
os doces e albos peitos
das fillas de Breogán;
que á nobre prole insinen
fortísimos acentos,
non mólidos concentos
que ás virxes só ben están;
mais os robustos ecos
que, ¡oh, patria!, ben recordas
das sonorosas cordas
das arpas de Breogán.
Estima non se alcanza
cun vil xemido brando;
calquer requer rogando
con voz que esquecerán;
mais cun rumor xigante,
subrime e parecido
ao intrépido sonido
das armas de Breogán.
Galegos, sede fortes,
prontos a grandes feitos;
aparellade os peitos
a glorioso afán;
fillos dos nobres celtas,
fortes e peregrinos,
luitade plos destinos
dos eidos de Breogán
Eduardo Pondal
http://www.himnogallego.com/ospinos_espanol.htm
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Duplicidades
Quando caio - me levanto...
Quando não vejo - me deixo guiar: pela força que aninha em meus passos... pela vida que me impele a avançar...
Quando estou no chão - me ergo... ainda que não saiba em que direcção...
Porque - por vezes a força: empurra ainda mais contra o chão
Quando não vejo - me deixo guiar: pela força que aninha em meus passos... pela vida que me impele a avançar...
Quando estou no chão - me ergo... ainda que não saiba em que direcção...
Porque - por vezes a força: empurra ainda mais contra o chão
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